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DELEUZE E O SOCIAL: HÁ UMA FUNÇÃO D?
Author(s) -
Thiago Pinho
Publication year - 2018
Publication title -
revista prelúdios
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2318-7808
DOI - 10.9771/revpre.v6i6.26160
Subject(s) - humanities , philosophy
No meio do delírio do Anti-Édipo, Deleuze e Guattari (1984, p. 294) calmamente nos informa que “sempre fazemos amor com mundos”. Isso marca sua transgressão final da segmentação repressiva da crítica contemporânea: a segmentação da economia libidinal e a economia política, produção de desejo e produção social, Freud e Marx. No triângulo edipiano e seus dilemas (double bind), o desejo foi sempre traído e a crítica política foi sempre afastada da conexão com o real processo produtivo. Esse impasse está ainda conosco: a Sociologia contemporânea não faz amor com nenhum dos mundos que estamos conscientes; as análises econômicas e sociais, em geral, estão paralisadas diante do problema da liberação do desejo, da crítica de sua captura e da expressão de sua abundância.

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