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Bem-estar animal ou libertação animal? Uma anáilse crítica da argumentação antibem-estarista de Gary Francione
Author(s) -
Carlos Naconecy
Publication year - 2014
Publication title -
revista brasileira de direito animal
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2317-4552
pISSN - 1809-9092
DOI - 10.9771/rbda.v4i5.10633
Subject(s) - humanities , chemistry , philosophy
Não devemos ajudar nenhum porco que esteja sofrendo diante de nós, a menos que essa ajuda esteja relacionada à abolição da escravidão dos porcos. Os porcos devem, assim, abrir mão de seus interesses mais vitais e imediatos a bem da causa da abolição. Tampouco devemos melhorar as instalações de criação animal, na medida em que isso retardaria a abolição da pecuária. Aliás, por que não usar gaiolas mais sujas e apertadas a fim de acelerar a libertação das galinhas.  Por essa razão  a China onde a legislação bemestarista é insignificante e está mais próxima de abolir a escravidão animal do que outros países. Reformas bem-estaristas são mais prejudiciais aos animais do que reforma nenhuma. Apenas os movimentos que lutam pelo fim da exploração são benéficos aos animais. Querer promover o bem-estar dos frangos implica estar concordando implicitamente com o uso deles como comida. É correto aumentar o bem-estar de uma pessoa, mas não devemos tentar aumentar o bem-estar de uma vaca. O presente artigo, apresentado no 12th Vegan Festival International, ataca, reproduzindo a argumentação de David Sztybel principalmente, esses e outros resultados do raciocínio antibem-estarista de Gary Francione.

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