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Análise da cobertura vacinal e a prevalência de internações por doenças do trato respiratório por agentes imunopreveníveis no período de janeiro de 2015 a julho de 2020
Author(s) -
Ana Elisa Vasconcelos Muniz,
Gabriela dos Santos Lopes,
Lainne Santos Cirilo de Sousa,
Maria Clara Passos Hasselmann,
Maria Luiza Barreto Cafezeiro,
Michelle Queiroz Aguiar Brasil
Publication year - 2022
Publication title -
revista de ciências médicas e biológicas
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2236-5222
pISSN - 1677-5090
DOI - 10.9771/cmbio.v20i4.43715
Subject(s) - medicine , humanities , philosophy
Introdução: as infecções respiratórias das vias aéreas são frequentes no nosso meio. O combate dessas infecções ocorre por meio da introdução dos antimicrobianos, quando indicados, e a profilaxia através da imunização, reduzindo a incidência das infecções e suas complicações. Objetivo: avaliar a cobertura vacinal para agentes causadores de infecções do trato respiratório e a prevalência de internações por essas afecções no Brasil no período de 2015 a 2020. Metodologia: trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, cujos dados foram obtidos por meio do banco de dados proveniente do DATASUS, Sistema de Internação Hospitalar e Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações. A seleção ocorreu por meio dos registros de indivíduos que foram imunizados no Brasil, por região e por ano de imunização das vacinas Pneumocócica, Pneumocócica 1º reforço, Tríplice viral D1, Tríplice viral D2, Tetra Viral, Pentavalente e Influenza. Resultados: ao decorrer dos anos, observou-se uma redução significativa da cobertura vacinal de todas as vacinas analisadas, com a região Norte apresentando o menor registro em todos os anos. Em relação a taxa de internações por pneumonia, a região Sudeste obteve as maiores taxas. Houve um aumento importante de internamentos por influenza na região Centro-Oeste em 2019. As taxas de internação por sarampo aumentaram significativamente no ano de 2018, principalmente na região Norte. Conclusão: apesar da redução progressiva nas taxas de cobertura vacinal das regiões brasileiras nos últimos anos, as taxas de internação para pneumonia e influenza tendem a queda, com aumento mais expressivo dos internamentos por sarampo no período analisado.

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