
Comparação entre métodos químicos de controle de buva com início de dessecação em período seco ou úmido
Author(s) -
Caio Vitagliano Santi Rossi,
Luiz Henrique Saes Zobiole,
Felipe R. Lúcio,
Rodrigo Neves
Publication year - 2018
Publication title -
revista brasileira de herbicidas
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2236-1065
pISSN - 1517-9443
DOI - 10.7824/rbh.v17i3.613
Subject(s) - horticulture , biology , humanities , physics , art
Diversas são as ocasiões onde o clima interfere diretamente na eficácia dos herbicidas aplicados para o controle de plantas daninhas. Dessa forma, objetivou-se com este trabalho avaliar o melhor momento climático para iniciar o controle químico da buva (Conyza spp.). Os experimentos foram conduzidos no município de Indianópolis/ MG. O experimento 1 foi realizado em esquema fatorial (2x5), tendo como primeiro fator as condições climáticas, período seco ou úmido, no momento da primeira aplicação do herbicida glifosato + 2,4-D (1.200 + 670 g e.a. ha-1), e o segundo fator a aplicação sequencial representada pelos tratamentos herbicidas (g e.a ou i.a. ha-1): glifosato + 2,4-D (1.200 + 670) ou paraquat (500), isolados ou associados ao diclosulam (29,4), fluroxipir (200) isolado, além da testemunha absoluta sem aplicação de herbicida. O experimento 2 visou comprovar o nível de dificuldade de controle da buva ao herbicida glifosato na área de ambos experimentos, em aplicações sequenciais, espaçadas 35 dias entre as mesmas, de doses (g e.a ha-1) crescentes de glifosato (0, 480, 960, 1.920 e 3.840), 2,4-D (670) e a associação de glifosato + 2,4-D (960 + 670). De forma geral, para se obter controle efetivo, iniciando a aplicação em período seco ou úmido, foi necessário realizar aplicação sequencial usando na primeira o glifosato + 2,4-D seguida de uma segunda aplicação, independente dos herbicidas testados. A população de buva presente na área demonstrou não ser controlada somente com aplicações do herbicida glifosato.