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Mortalidade neonatal em Luanda, Angola: o que pode ser feito para sua redução?
Author(s) -
Edilene Delphino Rodrigues,
Beatriz da Costa Aguiar Alves,
Gláucia Luciano da Veiga,
Fernando Adami,
Juliana Spat Carlesso,
Francisco Winter dos Santos Figueiredo,
Ligia Ajaime Azzalis,
Virgínia Berlanga Campos Junqueira,
André Fonseca,
Fernando Luiz Affonso Fonseca
Publication year - 2019
Publication title -
journal of human growth and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.218
H-Index - 11
eISSN - 2175-3598
pISSN - 0104-1282
DOI - 10.7322/jhgd.v29.9415
Subject(s) - medicine , demography , sociology
Introdução: Um dos principais indicadores de saúde é a taxa de mortalidade infantil, que é uma métrica de condições de vida e desenvolvimento populacional. A redução da mortalidade neonatal requer um conhecimento adequado dos fatores reais em cada nível de atenção à saúde, de modo que os recursos maternos e humanos sejam eficientemente avaliados. Os países que deram atenção especial à melhoria dos serviços de saúde para todo o ciclo gravídico-puerperal atingiram a redução da mortalidade infantil, especialmente a mortalidade neonatal precoce. Objetivo: O presente estudo tem como objetivo descrever o perfil e analisar os fatores de risco associados à mortalidade neonatal em uma maternidade pública de nível terciário localizada em Luanda, Angola. Método: Trata-se de um estudo retrospectivo de corte transversal com abordagem quantitativa, utilizando dados secundários de base provincial em instrumentos de registro hospitalar e ministerial de janeiro a dezembro de 2012. Resultados: Os resultados mostram que os óbitos neonatais não são meras ocorrências, pois indicam falhas dos poderes políticos, de profissionais do sistema de saúde e das famílias. Conslusão: Este estudo sugere que o maior fator de risco para mortalidade ao nascimento em Luanda é o tipo de parto (c-section) e que este dado não está relacionado com a idade da mãe ou com o nascimento prematuro. Identificamos também que houve maior mortalidade entre os meses de maio a julho, durante o período de menor índice de chuvas na região. No entanto, são necessários mais estudos que possam fornecer um quadro lógico e argumentos para políticas realistas para mitigar a mortalidade neonatal.

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