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Magnetoterapia: é possível este recurso fazer parte da rotina do fisioterapeuta brasileiro?
Author(s) -
Patrí­cia Froes Meyer,
Amanda Paiva e Silva Cavalcanti,
Eliane Maria da Silva,
Rodrigo Marcel Valentim da Silva,
Leandro de Souza Costa,
Oscar Ariel Ronzio
Publication year - 2011
Publication title -
arquivos brasileiros de ciências da saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2358-0747
pISSN - 1983-2451
DOI - 10.7322/abcs.v36i1.73
Subject(s) - humanities , medicine , physics , philosophy
O uso de campos eletromagnéticos pulsados (CEMP) é uma das terapias frequentemente utilizadas pelo fisioterapeuta para tratamento de seus pacientes com diferentes patologias e em diversos países, exceto no Brasil. Devido ao longo tempo de utilização em todos os continentes e a quantidade de publicações existentes sobre o tema, busca-se compreender o motivo de essa técnica não estar presente na rotina de tratamento das clínicas de fisioterapia brasileiras. Para tentar responder a essa questão, realizou-se uma revisão sistemática na base de dados do Pubmed, de 1968 a 2010 (42 anos), com as palavras-chave “PEMF” e “Pulsed Electromagnetic Fields”, encontrando-se, respectivamente, 274 e 899 resultados. Após esse levantamento, foram selecionados 36 artigos do período de 1981 a 2008 hand made, além de consulta a 6 livros. Após a coleta de dados, perceberamse resultados positivos no tecido ósseo, em relação à consolidação de fraturas e a osteoporose, devido à sua ação piezoelétrica. Os efeitos antiinflamatórios e regenerativos também são citados. Portanto, o conhecimento desse recurso no Brasil deve ser despertado em todos os profissionais de saúde que compõem as equipes multidisciplinares de assistência, para que o tratamento possa fazer parte da rotina de trabalho dos fisioterapeutas, beneficiando pacientes de todas as faixas etárias e portadores de diferentes problemas. Sugere-se a fabricação de aparelhos geradores de PEMF por empresas nacionais para diminuir custos e facilitar o acesso a esse agente físico.

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