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Avaliação de diferentes métodos para estimar qualidade do colostro e transferência de imunidade passiva (TIP) em bezerras Holandesas
Author(s) -
Sylvia Marquart Fontes Novo de Oliveira,
Bruno Toledo Silva,
Stephanie Blima Paulino Leite,
Clara Satsuki Mori,
Viviani Gomes
Publication year - 2019
Publication title -
revista acadêmica ciência animal
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2596-2868
DOI - 10.7213/1981-4178.2019.17016
Subject(s) - microbiology and biotechnology , chemistry , physics , biology
O objetivo deste estudo foi a comparação das metodo-logias mais comuns empregadas em diferentes fazendas para a avaliação da qualidade do colostro e identificação de falha na transferência de imunidade passiva (FTIP) em bezerras Holandesas. Sessenta e oito bezerras Holandesas recém-nascidas foram distribuídas em dois grupos: G1 - provenientes de propriedade com manejo de colostro adequado; G2 - oriundas de propriedade com falhas no manejo do colostro. Foram colhidas amostras de colostro fornecido para cada bezerra de cada grupo (250 ml) para a avaliação de IgG, sólidos totais, PT e albumina. Amostras sanguíneas foram obtidas às 48 horas de vida para a determinação de PT e de globulina e para a estimativa indireta de IgG por meio dos testes de turvação pelo sulfato de zinco, precipitação pelo sulfito de sódio e coagulação do glutaraldeído. Os teores de IgG observados no colostro pelo colostrômetro (G1: 98,63 ±1 5,58 mg/ml; G2: 85,66 ± 29,81 mg/ml; p = 0,09), índice Brix (G1: 27,61 ± 2,96%; G2: 22,40 ± 4,58%; p = 0,00), PT (G1: 10,42 ± 2,29g/dL; G2: 9,04 ±2 ,29g/dL; p = 0,06) e albumina (G1: 1,25 ± 0,37g/dL; G2: 0,91 ± 0,38g/dL; p = 0,00) foram superiores no G1 quando comparados ao G2. A determinação de PT no soro das bezerras foi realizada por um analisador bioquímico automático, revelando taxas de FTIP (< 5,2 g/dL) somente no G2 (46,67%). Os resultados dos testes qualitativos (turvação pelo sulfato de zinco, precipitação pelo sulfito de sódio e coagulação do glutaraldeído) foram diferentes dos resultados de PT (p = 0,00) e não se mostraram eficientes para a detecção da FTIP. Esta pesquisa demonstrou que além do uso do colostrômetro para a avaliação da qualidade do colostro, a utilização do refratrômetro Brix e níveis de PT do colostro devem ser consideradas. A identificação de FTIP no rebanho pode ser realizada seguramente por meio dos níveis séricos de PT e globulina.

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