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Por que Black Mirror dá muito o que pensar?
Author(s) -
Lúcia Santaella,
Martha A. Gabriel
Publication year - 2019
Publication title -
revista diálogo educacional
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1981-416X
pISSN - 1518-3483
DOI - 10.7213/1981-416x.19.062.ds01
Subject(s) - humanities , art
Já na sua primeira temporada, a série Black Mirror ganhou grande popularidade. As razões para isso são muitas. Entre elas, vale a pena destacar a maneira distópica com que a narrativa desenvolve as questões relativas ao futuro das tecnologias a partir de sinais que já se deixam ver no presente. Para isso, os episódios fazem uso da hipérbole, ou seja, o exagero no tratamento dos temas escolhidos. A internet está repleta de sites e blogs que comentam e buscam as interpretações mais justas para cada um dos episódios que muitas vezes se engendram de maneira bastante engenhosa. O objetivo deste artigo é comparar a exacerbação a que a série conduz os temas tratados com a estratégia composicional dos contos de terror de Edgar Allan Poe. Com isso, pretende-se evidenciar um dos pontos mais fundamentais da montagem narrativa da série de modo a subsidiar sua utilização em contextos educacionais.

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