
Measurement of the Inactivation of Ochratoxin by Gamma Radiation. An example of the Potential use of Ionizing Radiation in decontamination of chemical agents
Author(s) -
Monique Cardozo,
Stefânia Priscila de Souza,
Tanos C. C. França,
Cláudia M. Rezende,
Ângelo C. Pinto,
Alexandre A. B. Lima,
Keila dos Santos Cople Lima
Publication year - 2014
Publication title -
revista virtual de química
Language(s) - English
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.209
H-Index - 14
ISSN - 1984-6835
DOI - 10.5935/1984-6835.20140047
Subject(s) - ionizing radiation , human decontamination , radiochemistry , radiation , ochratoxin a , gamma irradiation , chemistry , environmental science , nuclear engineering , irradiation , waste management , physics , food science , mycotoxin , engineering , optics , nuclear physics
Ochratoxin A (OTA) is a compound produced in foods by molds that may cause harm to humans and animals such as induction of cancer. Therefore, to ensure food security is necessary to reduce the content of OTA in food. Irradiation is a processing technique that consists in the exhibition of products of ionizing radiation action for technological improvements. Ionizing radiation can also act in the inactivation of toxins by promoting degradation of the same by the formation of radiolytic products. The present study aimed to verify the action of doses of 1, 3 and 5 kGy in the inactivation of ochratoxin A (OTA) in model solutions. To quantify the reduction of the content of toxins in the samples tested we used chromatographic techniques and the data obtained were analyzed statistically. We also investigated the possible radiolytic products formed by analyzing for Mass Spectrometry High-resolution electro spray ionization. The results reveal that ionizing radiation has the potential to reduce the toxicity of products contaminated with OTA with considerable inactivation of the same from the lowest applied dose (1 kGy). It was found that the main radiolytic products are obtained by oxidation with formation of products of the breaking of bonds, preferably in the branches. The identification of the main radiolytic products shows that they are less toxic than the original. Thus, the application of ionizing radiation is presented as a viable alternative to chemical decontamination. 10.5935/1984-6835.20140047A ocratoxina A (OTA) é uma toxina produzida por fungos em alimentos que podem provocar danos aos homens e animais como, por exemplo, a indução de câncer. Por isso, é necessário reduzir o conteúdo de OTA nos alimentos. A irradiação é uma técnica de beneficiamento que consiste na exposição de produtos a ação de radiações ionizantes. A radiação ionizante também pode agir na inativação de toxinas, degradando-as pela formação de produtos radiolíticos. O presente estudo teve por objetivo verificar a ação de doses de 1, 3 e 5 kGy na inativação da OTA em soluções modelo. Para quantificar a redução do conteúdo de toxina nas amostras testadas foram utilizadas técnicas cromatográficas e os dados obtidos foram submetidos a tratamento estatístico. Foram também investigados os possíveis produtos radiolíticos caracterizados por espectrometria de massas de alta resolução com ionização por eletrospray. Os resultados revelam que a radiação ionizante tem potencial para reduzir a toxidez de produtos contaminados com OTA com considerável inativação desta toxina a partir da menor dose aplicada (1kGy). Verificou-se que os principais radiólitos são obtidos pela quebra oxidativa de ligações, preferencialmente nas ramificações. A identificação dos principais produtos radiolíticos revela que os mesmos são menos tóxicos que os originais. Sendo assim, a aplicação da radiação ionizante se apresenta como uma alternativa viável para a neutralização de toxinas, com aplicação direta na descontaminação química. 10.5935/1984-6835.2014004