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Algumas considerações sobre a questão do suicídio na filosofia de Arthur Schopenhauer
Author(s) -
Élcio José dos Santos
Publication year - 2010
Publication title -
voluntas revista internacional de filosofia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2179-3786
DOI - 10.5902/2179378634121
Subject(s) - philosophy , humanities
O objetivo do presente texto é abordar algumas questões referentes à posição de Schopenhauer acerca do suicídio. Se viver é sofrer, somente a dor é positiva, vida e morte são meras ilusões. Se o mundo constitui o inferno, seria o suicídio a forma mais eficiente de escapar ao martírio da vida? De acordo com o filósofo, não. O suicídio não passa de um equívoco, pois ao destruir o corpo o indivíduo não nega a Vontade, mas a afirma, sendo que o corpo é apenas o fenômeno dessa Vontade. No entanto, também não há motivos para o suicídio ser considerado um crime. A moral utilizada pelos filósofos europeus não tem bases para condená-lo, mas somente a partir de um ponto de vista ascético é que podemos entender porque é errado matar a si próprio.

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