
Objectivo: Identificar la prevalencia de depresión y las características de ancianos atendidos por la Estrategia de Salud de la Familia (ESF). Métodos: Estudio transversal con 151 ancianos residentes en el área asignada a la ESF de Passo Fundo, RS. Los datos fueron recogidos utilizando un cuestionario estructurado y una Escala de Depresión Geriátrica (GDS-15). Resultados: el 33,1% eran hombres, correspondiendo la edad más frecuente al intervalo entre 60-69 años (50,3%). El tiempo medio de escolarización fue de 4,14 años (DPP: 2,63), con un 8,2% de analfabetos o semianalfabetos. El 21,9% declararon algún episodio depresivo y el 2,6% alguna otra enfermedad psiquiátrica. Se encontró una asociación entre depresión y percepción de salud, pérdida familiar, asma, incidencia de fractura, insuficiencia cardíaca y artritis (p < 0,01). Conclusiones: los resultados mostraron que la prevalencia de depresión en ancianos en la ESF estudiada fue del 21,1%; de éstos, el 17,9% fue diagnosticado de depresión leve o moderada y el 3,3% de depresión grave. Se necesita una intervención multidisciplinar e integral para minimizar los factores asociados y mejorar la calidad de vida de estas personas.
Objetivo: Identificar a prevalência de depressão em idosos atendidos pela Estratégia de Saúde da Família (ESF) e os fatores associados. Métodos: Estudo transversal com 151 idosos residentes em área adscrita à ESF de Passo Fundo/RS. Coletaram-se os dados utilizando questionário estruturado e Escala de Depressão Geriátrica GDS–15. Resultados: 33,1% são do sexo masculino, com faixa etária predominante entre 60-69 anos (50,3%), escolaridade média de 4,14 anos de estudo (DP: 2,63), 8,2% são analfabetos ou semianalfabetos, 21,9% declararam algum episódio depressivo e 2,6% outra doença psiquiátrica. Houve associação entre depressão e percepção de saúde, perda familiar, asma, ocorrência de fratura, insuficiência cardíaca e artrite (p < 0,01). Conclusões: os resultados mostraram que a prevalência de depressão em idosos na ESF estudada foi de 21,2%, desses, 17,9% com diagnóstico de depressão leve a moderada e 3,3% com depressão severa, necessitando de intervenções multidisciplinares e integrais visando reduzir os fatores associados e qualificar a vida dessas pessoas.