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Acesso a serviços de saúde: homeopatia e acupuntura na Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS) - São Paulo
Author(s) -
Áurea Aparecida Eleuterio Pascalicchio,
Ana Aparecida Sanches Bersusa,
Maria Mercedes Loureiro Escuder,
Maria Cecilia Goes Porto Alves
Publication year - 2012
Publication title -
revista brasileira de medicina de família e comunidade
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2179-7994
pISSN - 1809-5909
DOI - 10.5712/rbmfc7(1)559
Subject(s) - medicine , humanities , philosophy
Introdução: O acesso aos serviços de saúde é entendido como resultante do equilíbrio entre necessidades de saúde e características da população, assim como da relação entre oferta e serviços existentes. O inquérito domiciliar é uma ferramenta clássica para o planejamento de políticas publicas. O estado de São Paulo tem três regiões metropolitanas. A desfavorável situação sanitária da Baixada Santista em relação ao estado e o fato de não ter sido objeto de inquéritos semelhantes tornaram-se decisivos na escolha da região. Objetivo: traçar a partir da ótica da população o acesso e perfil de utilização dos serviços de saúde SUS e especificamente da Acupuntura e Homeopatia. Método: Inquérito domiciliar sobre acesso a serviços de saúde nos cinco municípios da Baixada Santista com mais de 100.000 habitantes: Cubatão, Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente. Foram visitados 2507 domicílios e realizadas 6815 entrevistas. O questionário composto por 200 questões tem 16 questões sobre acesso á Homeopatia e Acupuntura. Resultados: 67,2% da população amostrada conhecem a Homeopatia, destas 15,9 % tiveram consulta na especialidade sendo 38,48 % nos últimos dois anos. O atendimento foi SUS em 13,33 % dos casos e consulta particular em 75,85 % dos casos. O medicamento em 96,62 % foi prescrito por medico e pago pelo paciente em 90,45 % dos casos. A Acupuntura para a população pesquisada é conhecida para 65,6 % da amostra, mas 91,39% não utilizam este tratamento. A população que busca acupuntura tem sido atendida em serviços particulares em 86,45% dos casos. Conclusão: O SUS tem um programa para Medicina Tradicional que precisa ser ampliado. A pesquisa demonstra uma demanda da população a este modelo de atenção que não esta sendo contemplada na região metropolitana da baixada santista em São Paulo

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