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Efeito da creatina sobre a remodelação do músculo estriado esquelético de ratos submetidos a treinamento físico resistido.
Author(s) -
Marianna Rabelo de Carvalho,
Ellen Fernandes Duarte,
Maria Lua Marques de Mendonça,
Luana Urbano Pagan,
F C Damatto,
Marina Politi Okoshi,
Paula Felippe Martinez,
S. A. Oliveira
Publication year - 2021
Publication title -
perspectivas experimentais e clínicas inovações biomédicas e educação em saúde (pecibes) issn - 2594-9888
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2594-9888
DOI - 10.55028/pecibes.v7i2.14881
Subject(s) - resistance training , medicine , gynecology
Introdução: Há evidências que a creatina associada ao treinamento induz alterações funcionais e morfológicas no músculo esquelético. Entretanto, não estão bem definidos os efeitos da suplementação com creatina durante o treinamento resistido sobre o colágeno intersticial e a expressão de cadeias pesadas de miosina (MyHC) no músculo esquelético. Objetivo: Analisar a influência da suplementaçã com creatina sobre a expressão de MyHC e fração intersticial de colágeno em diferentes músculos esqueléticos de ratos submetidos a treinamento físico resistido. Material e Métodos: Ratos Wistar (n=24) foram distribuídos em quatro grupos: Controle (C), Creatina (Cr), Treinamento Resistido (TR) e Treinamento Resistido e Creatina (Tcr). Os grupos C e TR receberam dieta comercial padrão, enquanto Cr e Tcr receberam dieta com 2% de creatina. Os animais TR e Tcr realizaram protocolo de treinamento resistido em escada, 3x/semana, por 12 semanas. Posteriormente, foi realizada eutanásia dos animais e amostras de sóleo e gastrocnêmio foram usadas para análise histológica e expressão de MyHC por meio de eletroforese. Estatística: Two-Way ANOVA e Tukey. Significância de 5%. O protocolo experimental foi aprovado pela Comissão de Ética no Uso de Animais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (CEUA/UFMS), protocolo n° 873/2017. Resultados: No gastrocnêmio, a porcentagem de MyHC IIx foi maior no TR do que em C (C: 6,25±2,69; Cr: 8,89±2,94; TR: 11,47±3,73; Tcr: 12,30±6,58 %). No sóleo, a taxa de MyHC IIa não diferiu entre os grupos. A fração intersticial de colágeno de ambos os músculos avaliados mostrou-se maior em resposta ao treinamento físico resistido, per se. Conclusão: A prática de treinamento físico resistido resultou em remodelação intersticial em diferentes tipos de músculo esquelético e maior expressão de isoformas de MyHC Iix no músculo gastrocnêmio em ratos expostos ou não à suplementação com creatina. Apoio: UFMS, CAPES (Cód.001), CNPq.

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