z-logo
open-access-imgOpen Access
IMPLANTE RENAL UTILIZANDO CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA: EXPERIÊNCIA DE UM CENTRO
Author(s) -
Vitória Nunes Medeiros,
José Hícaro Hellano Gonçalves Lima Paiva,
Mariana Marconato Monge,
Tainá Veras de Sandres Freitas,
Romero de Matos Esmeraldo,
Ronaldo de Matos Esmeraldo,
Ivelise Regina Canito Brasil
Publication year - 2016
Publication title -
brazilian journal of transplantation
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2764-1589
DOI - 10.53855/bjt.v19i3.111
Subject(s) - medicine , gynecology , surgery
Introdução: Abordagens minimamente invasivas no transplante renal foram descritas recentemente e mais pesquisas são necessárias acerca desse assunto. Há carência de informações sobre o manejo perioperatório desses pacientes. Por conseguinte, no presente estudo descrevemos a experiência em um centro transplantador com técnicas de incisão mínima em cirurgias de transplante renal. Além disso, descrevemos os principais resultados dos procedimentos realizados. Objetivo: Descrever a experiência em um centro terciário, o qual realizou transplantes renais de 20 casos de implantes com incisão minimamente invasiva, relatando suas complicações e comparando dados na literatura. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo, incluindo 20 receptores de transplante renal com doadores vivos e falecidos, em um centro único, os quais foram submetidos a cirurgia minimamente invasiva entre julho de 2010 e maio de 2011. Foi definida como cirurgia minimamente invasiva aquela com tamanho de incisão de 5 a 9 centímetros. Foram avaliadas complicações cirúrgicas, duração da hospitalização, disfunção inicial do enxerto (DGF) e função renal em 10 semanas. Resultados: Dos 20 pacientes estudados, 12 eram do sexo masculino e oito do sexo feminino. A média de idade foi de 43 anos. 17 pacientes foram transplantados com rins de doadores falecidos. A média de incompatibilidade HLA foi de 4,3 e nenhum paciente teve reação positiva no PRA. O tempo de isquemia fria foi em média 15,7 horas, variando de uma a 26 horas. O tamanho das incisões variou de 5,5 a 9 cm, com média de 7,6 cm. Houve apenas uma complicação com necessidade de reabordagem (hematoma perirrenal). A permanência hospitalar média foi de 19,2 dias. 40% dos pacientes tiveram DGF e não houve perda de enxerto. A creatinina média após 10 semanas foi de 1,5 mg/dl. Conclusões: O transplante renal com incisão minimamente invasiva mostrou-se uma estratégia segura e com baixo percentual de complicações.

The content you want is available to Zendy users.

Already have an account? Click here to sign in.
Having issues? You can contact us here