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CONHECIMENTO DE UNIVERSITÁRIOS DE MEDICINA E ENFERMAGEM SOBRE A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE
Author(s) -
Genilde Gomes de Oliveira,
Emília Cervino Nogueira,
Izabel Cristina de Oliveira Lima
Publication year - 2010
Publication title -
brazilian journal of transplantation
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2764-1589
DOI - 10.53855/bjt.v13i4.242
Subject(s) - medicine , philosophy , gynecology , humanities
Objetivos: Identificar o conhecimento dos acadêmicos de Medicina e Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe acerca da doação de órgãos e tecidos para transplante: legislação e critérios de confirmação do diagnóstico de Morte Encefálica (ME), identificar se a religião interfere na percepção e se os acadêmicos falam sobre doação de órgãos com familiares ou amigos. Métodos: Estudo quantitativo, descritivo e transversal com 85 acadêmicos (22 de Enfermagem e 63 de Medicina ) da UFS que responderam a um questionário semi estruturado contendo 20 perguntas. Resultados: O grupo tinha idade entre 16 e 34 anos: 55,3% do sexo feminino predominantemente da religião católica (71,7%). A maioria (75,3%) informou que a religião praticada não esclarece sobre doação de órgãos e transplante. 80% declararam ter conhecimento sobre a legislação de transplante; 87% acreditavam que a ME é igual à parada cardiorrespiratória; 52,9% afirmaram conhecer o protocolo para diagnóstico de ME, embora o mesmo percentual tenha respondido que não existe diferença no diagnóstico em adulto e em criança; 70,6% sabiam da necessidade de exame complementar e 65,9% sabiam que são necessários pelo menos dois médicos para atestar a ME, mas 45,9% acreditavam que o intervalo mínimo para reavaliação clínica da ME em adulto fosse de duas horas. Quanto ao conhecimento sobre doação de órgãos e transplante após ingressar na Academia, 5,9% responderam ser igual, 75,3% afirmaram ser maior e 18,8% acreditaram ser menor. Embora para 40% deles a carteira de identidade serviria como documento para autorizar doação, 76,5% afirmaram posteriormente que a única atitude necessária seria informar a família. Conclusão: Os acadêmicos de Medicina e Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe têm pouco conhecimento sobre doação de órgãos e tecidos para transplante, sendo que a maioria desconhece a legislação pertinente, o que pode interferir no envolvimento daqueles discentes, quando profissionais, no processo de doação de órgãos e tecidos para transplantes.

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