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EFICÁCIA NA PRODUÇÃO DE BIOMASSA DA ERVA-MATE ESTABELECIDA COM MUDAS PRODUZIDAS DE ESTACAS E DE SEMENTES
Author(s) -
José Augusto Teixeira de Freitas PICHETH
Publication year - 2002
Publication title -
scientia agraria
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.206
H-Index - 10
eISSN - 1983-2443
pISSN - 1519-1125
DOI - 10.5380/rsa.v3i1.1052
Subject(s) - horticulture , cutting , biology
O presente trabalho, instalado em campo em dezembro de 1989, em Guarapuava-PR, foi realizado visando avaliar comparativamente, plantas de erva-mate oriunda de dois diferentes meios de produção de mudas, em condições de plantio. Os tratamentos, mudas produzidas de estacas enraizadas e mudas produzidas de sementes, com sete repetições e parcelas com quinze plantas úteis, foram estabelecidos em espaçamento de 3,0 m por 3,0 m. Foram efetuadas avaliações, nos anos I ao IV, da sobrevivência, da altura da planta e do diâmetro de copa. A avaliação na produção comercial de folhas foi no ano V. Para determinar possíveis diferenças significativas dos tratamentos foram complementarmente avaliados os atributos dendrométricos e a biomassa no ano IX, de forma aleatória em cinco plantas por tratamento (por meio de amostragem destrutiva), para a determinação da altura da planta, da altura da copa, do diâmetro da copa, do peso da massa foliar, do peso verde do material lenhoso da parte aérea, do comprimento e do diâmetro do sistema radicial, além do peso verde do sistema radicial. Nas avaliações nos anos I ao V, a sobrevivência foi de 82,86% e 85,72% para muda de semente e estaca enraizada respectivamente, a altura da planta e o diâmetro de copa, também não apresentaram diferenças significativas, entretanto após a poda de formação, no ano II, a análise dos incrementos anuais em altura e diâmetro de copa, revelou um comportamento distinto entre os tratamentos. A produção comercial média por planta de 2,497 kg de folhas verdes e 1,214 kg de folhas secas para muda de semente, de 2,168 kg de folhas verdes e 0,841 kg de folhas secas para muda de estaca enraizada, representou uma diferença significativa. Aos nove anos de idade, quatro anos após a colheita, a avaliação do peso de massa foliar entre os tratamentos já não apresentou diferenças significativas, evidenciando uma recuperação do tratamento muda de estaca enraizada. Nesta mesma avaliação constatou-se que a altura da planta, a altura e diâmetro de copa, peso verde do material lenhoso (caule e ramos), comprimento e diâmetro do sistema radicial e peso verde do sistema não tiveram diferenças estatísticas significativas, podendo-se, para as condições deste trabalho, considerar os tratamentos equiparáveis naquele momento. Ficou concluído que: existe diferença na produção de massa foliar na colheita no ano V e está associada ao diferente comportamento dos incrementos anuais em altura e diâmetro da copa; os tratamentos não geram influências na conformação final da planta (ano IX), em termo de sistema radicial, fuste e copa.

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