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ÉPOCAS DE MANEJO QUÍMICO DE COBERTURAS DE SOLO PARA O FEIJOEIRO EM PLANTIO DIRETO
Author(s) -
Maria Helena Elias VALENTINI,
Pedro Ronzelli Júnior,
Edelclaiton Daros,
Volnei Pauletti,
Henrique Soares Koehler
Publication year - 2001
Publication title -
scientia agraria
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.206
H-Index - 10
eISSN - 1983-2443
pISSN - 1519-1125
DOI - 10.5380/rsa.v2i1.971
Subject(s) - sowing , horticulture , crop , mathematics , biology , agronomy
Na Estação Experimental da Fundação ABC, Fazenda Capão do Cipó em Castro, PR, foi conduzido a campo, no ano agrícola 1998/99, um experimento com o objetivo de estudar o efeito de coberturas de solo e épocas de manejo químico dessas coberturas, sobre populações inicial e final e o rendimento e seus componentes da cultura do feijoeiro. Entende-se que diferentes coberturas de solo não influenciam o desempenho do feijoeiro, em função do volume e do tipo de matéria seca produzida e que a decomposição da palhada provocada pelo manejo químico, em determinadas épocas, permite melhor estabelecimento inicial e, conseqüentemente, maior rendimento da cultura do feijoeiro em semeadura direta. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, em parcelas subdivididas, com quatro repetições. Testaram-se cinco coberturas de solo (aveia branca, aveia preta, azevém, nabo forrageiro e trigo), nas parcelas, e três épocas de manejo químico, [0, 15 e 30 dias antes da semeadura (DAS)], nas subparcelas, da cultura do feijoeiro, variedade ‘FT-Bonito’. O feijão semeado sobre a cobertura por azevém foi o que obteve maiores populações de plantas inicial e final. Sobre a aveia branca foi observada a menor população inicial de plantas e sobre trigo a menor população final de plantas. As épocas de manejo químico não apresentaram efeitos significativos sobre as populações inicial e final de plantas. Não foram identificadas, nos tratamentos, diferenças significativas nos números médios de vagens por planta, e de sementes por vagem e no rendimento. A massa média de 100 grãos foi influenciada pela época de manejo das coberturas de solo. Foi maior aos 0 e 15 DAS para aveia preta e nabo forrageiro, aos 15 e 30 DAS para aveia branca, aos 0 e 30 DAS para trigo e indiferente para azevém.

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