
INFLUÊNCIA DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE DA MADEIRA NO RUÍDO PRODUZIDO DURANTE O PROCESSAMENTO SECUNDÁRIO: ESTUDO DE CASO
Author(s) -
Nilton César Fiedler,
José Tarcísio da Silva Oliveira,
Pompeu Paes Guimarães,
Rafael Tonetto Alves,
Fernando Bonelli Wanderley,
José Geraldo Lima de Oliveira,
Rômulo Môra
Publication year - 2009
Publication title -
floresta
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.386
H-Index - 13
eISSN - 1982-4688
pISSN - 0015-3826
DOI - 10.5380/rf.v39i2.14566
Subject(s) - eucalyptus , chemistry , horticulture , biology , botany
Esta pesquisa teve como objetivo analisar o ruído produzido durante o processamento de distintas madeiras e a sua correlação com a massa específica aparente. As espécies utilizadas foram kiri (Paulownia sp.), eucalipto1 (Eucalyptus grandis versus E. urophylla (híbrido urograndis)), eucalipto 2 (Eucalyptus sp.), angelim-pedra (Hymenolobium petraeum), cedro (Cedrela fissilis) e paraju (Manilkara sp.). Para a determinação da massa específica aparente e da umidade das madeiras, utilizou-se a norma MB26/1940 da ABNT, e para a análise do ruído, utilizou-se a NR15 do Ministério do Trabalho e Emprego. As máquinas utilizadas foram: serra circular, desempenadeira, desengrossadeira, serra de fita, lixadeira de fita e destopadeira. Houve diferença significativa no estudo do nível de ruído provocado pelas seis máquinas com as seis madeiras a 5% de significância. Verificou-se que o operador fica submetido a um nível médio de ruído de 86,5 dB(A). Os testes de comparação de médias serviram para mostrar diferenças estatísticas entre as máquinas e a massa específica aparente das madeiras e para se verificar que os níveis de ruído emitidos pelas máquinas podem não diferir estatisticamente. O estudo da interação das madeiras nos níveis das máquinas indicou que a destopadeira gera um nível de ruído tão intenso que não há diferença entre as madeiras testadas.