z-logo
open-access-imgOpen Access
VULNERABILIDADE ÀS IST/AIDS ENTRE ATIRADORES NO SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO: UMA APRECIAÇÃO SOCIO COMPORTAMENTAL
Author(s) -
José Fernando Petrilli Filho,
Sônia Maria Villela Bueno
Publication year - 2005
Publication title -
cogitare enfermagem
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.145
H-Index - 3
eISSN - 2176-9133
pISSN - 1414-8536
DOI - 10.5380/ce.v10i1.4664
Subject(s) - vulnerability (computing) , human immunodeficiency virus (hiv) , humanities , psychology , philosophy , gerontology , medicine , computer science , family medicine , computer security
Atualmente, estimativas da Organização das Nações Unidas para Prevenção e Controle da Aids (UNAids), apontam para a existência de mais de 40 milhões de soropositivos no mundo. Sendo a adolescência uma fase que se caracteriza pela expressão mais efetiva da sexualidade e dos impulsos sexuais em função da maturidade sexual, estes vêm constituindo-se grupo prioritário nas ações de prevenção. Nesse contexto, a Coordenação Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis/AIDS (CN-DST/AIDS) e o Ministério do Exército do Brasil, firmaram em 1996, um convênio visando ações na área de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)/aids junto às Forças Armadas. O presente estudo objetivou investigar e compreender aspectos relacionados à vulnerabilidade às IST/aids entre atiradores do serviço militar obrigatório, bem como caracterizar a população nos aspectos pertinentes às condições socioeconômicas, práticas sexuais, ocorrência de IST e prevenção às IST/aids, com vistas a uma apreciação sociocomportamental. Para tanto o presente estudo constitui-se do tipo survey, o qual permite a obtenção de informações quanto à prevalência, distribuição e inter-relação de variáveis no âmbito de uma população. Dentre os resultados, destacam-se: 36,5% com idade de 18 anos; 64,7% com segundo grau de escolaridade completo; 23,5% pertencem aos estratos sociais “C” e “D”; 88,2% referem já ter vivenciada a primeira relação sexual; 53,3% não fizeram uso do preservativo na última vez que praticaram coito oral; 28% não utilizaram preservativo na última vez que praticaram coito vaginal ou anal; 3,5% já apresentaram corrimento, feridas, verrugas ou bolhas em seus órgãos genitais; 56,5% desejam receber orientações sobre IST/aids de profissionais de saúde; 54,1% consideram o fato de manter relações sexuais com quem confiam uma barreira no uso do preservativo; 71,8% percebem como sendo nula ou baixa a vulnerabilidade pessoal ao HIV.Os dados sociocomportamentais apresentados demonstram a vulnerabilidade às IST/aids entre os atiradores estudados, assim evidenciando a necessidade de ações de educação em saúde junto aos mesmos.

The content you want is available to Zendy users.

Already have an account? Click here to sign in.
Having issues? You can contact us here