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UTILIZAÇÃO DE DIFERENTES SUBPRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL NA ALIMENTAÇÃO DE FRANGOS DE CORTE: AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ZOOTÉCNICO E DA VIABILIDADE ECONÔMICA
Author(s) -
Elis Bernard Kamwa
Publication year - 1998
Publication title -
archives of veterinary science
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.15
H-Index - 9
eISSN - 2317-6822
pISSN - 1517-784X
DOI - 10.5380/avs.v3i1.3766
Subject(s) - humanities , biology , zoology , anatomy , physics , art
Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o desempenho zootécnico e a viabilidade econômica de frangos de corte, utilizando quatro tratamentos diferentes em relação às fontes de proteína. O tratamento T1 tinha farelo de soja como fonte de proteína, enquanto o T2 tinha além do farelo de soja em todas as fases, a farinha de vísceras na fase inicial, e a de penas e vísceras nas fases de crescimento e final. Os suplementos protéicos de T3, em todas as fases, foram o farelo de soja e a farinha de carne e ossos. Por sua vez, o T4 constou de farelo de soja, farinha de carne e ossos, e farinha de penas e vísceras, como fontes de proteína, nas três fases. Foram utilizados 2.800 pintinhos de corte, da linhagem Ross, machos e fêmeas (proporções aproximadamente iguais), com um dia de idade e peso médio de 37,67g, alojados em 28 boxes. A fim de se garantir a isonomia das condições ambientais, as aves alojadas nos 4 boxes dos cantos não fizeram parte do experimento propriamente dito. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e 6 repetições, sendo 100 aves por unidade experimental. Durante os 46 dias de experimento, as aves tinham livre acesso à ração e à água. Os dados eram coletados diariamente, e/ou semanalmente, para posterior cálculo dos índices zootécnicos e do custo de produção. Os índices zootécnicos foram avaliados através da análise de variância e classificação de médias (teste de Tukey). Para a variável peso médio aos 21 dias, o tratamento farelo de soja mais farinha de carne e ossos (T3) promoveu o melhor resultado, seguido pelo tratamento que tinha a combinação de farelo de soja, farinha de carne e ossos e farinha de penas e vísceras como fontes protéicas (T4), o tratamento T2 (farelo de soja mais farinha de vísceras) tendo apresentado o 3° melhor resultado, e finalmente aquele com farelo de soja como única fonte (T1). Aos 46 dias, as aves de T1 tiveram o maior peso médio, seguidas pelas do T4, aquelas do T3 e finalmente os animais do T2. Houve diferença estatisticamente significativa (p T4 > T3 > T2, sem diferença estatística. No consumo de ração, não houve diferença estatística entre os tratamentos, em qualquer das duas fases. Em termos de custo de produção/kg de frango, calculado aos 46 dias, a ordem do mais barato para o mais oneroso foi T4, T2, T1 e T3, com T3 - T4 = R$ 0,045/kg de frango produzido. Aos 21 dias de idade, o tratamento T4 foi o de menor custo e T1 o mais caro.

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