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FREQÜÊNCIA DE EFEITOS ADVERSOS CAUSADOS POR INIBIDORES DA ENZIMA CONVERSORA DA ANGIOTENSINA RELATADOS POR PACIENTES ATENDIDOS NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE – LARANJAL – PR
Author(s) -
Ariadne Barbosa,
Débora Nakadomari Dudek,
Mrs Maria,
Andréia Cristina Conegero Sanches
Publication year - 2008
Publication title -
visão acadêmica
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1518-8361
pISSN - 1518-5192
DOI - 10.5380/acd.v9i2.14645
Subject(s) - medicine , microbiology and biotechnology , humanities , physics , biology , philosophy
Os inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) têm alta eficácia no tratamento da pressão arterial elevada, bem como a ser utilizado em situações de insuficiência cardíaca. O mecanismo de ação desses medicamentos é fornecido pela inibição da formação de angiotensina II, um potente agente vasoconstritor, através do bloqueio da ECA. Os efeitos adversos mais comuns são: tosse, hipotensão ortostática na primeira dose, erupção cutânea, perda do paladar, proteinúria, leucopenia e hipersensibilidade com edema angioneurótico. O estudo realizado é a avaliação do efeito colateral dos inibidores da enzima conversora da angiotensina. Os resultados foram analisados através do programa Epi Info 3.3.2 de 9 de  fevereiro de 2005. Entre os itens variáveis sócio-demográficas, o sexo feminino tem 71,7% da amostra, a média de idade de 53 anos e ensino fundamental incompleto 67,9% das pessoas entrevistadas. Em relação ao estado civil, 83,0% eram casados, quanto ao regime domiciliar 51,9% pertenciam à primeira geração (com um cônjuge), sendo 66,0% tem como renda mensal 1 (um) salário mínimo. Em relação as variáveis farmacoepidemiológicas alguns dos resultados encontrados foram, o medicamento de uso mais freqüente foi o inibidor da ECA (Captopril), prescrito para 67,9% dos hipertensos, com aparecimento de tosse em aproximadamente 3 a 20% dos pacientes. Com relação à adesão ao tratamento 86,8% respondem positivamente. Diante da realidade assinalada é necessário aumentar o grau de conhecimento da população sobre a importância do controle da hipertensão arterial, e a adesão à terapêutica cardiovascular. É necessário e urgente garantir acesso dos pacientes hipertensos a serviços básicos de saúde, e incentivar políticas e programas comunitários. O primeiro passo é a educação dos pacientes, seus familiares e a comunidade, onde uma equipe multiprofissional poderá fornecer aos pacientes e à comunidade motivação para vencer os desafios e adotar atitudes que tornem as ações efetivas e permanentes.

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