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Água e ar em uma cidade higiênica, asséptica, inodora
Author(s) -
Verona Campos Segantini
Publication year - 2018
Publication title -
revista brasileira de história da ciência
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2176-3275
pISSN - 1983-4713
DOI - 10.53727/rbhc.v11i1.75
Subject(s) - humanities , art , philosophy
Este artigo busca problematizar aspectos que atravessaram a reordenação de espaços urbanos na viragem do século XIX para o XX. Tendo Belo Horizonte como referência, elenca questões que estiveram presentes nas discussões a respeito da construção de uma cidade que se projetava como ideal. A partir de crônicas escritas pelo arquiteto Alfredo Camarate é possível acessar as concepções de cidade que orientavam aqueles envolvidos com a sua construção. As crônicas abordam temas como quantidade e qualidade da água e do ar, perfilando escolhas e repertórios daqueles considerados produtores do espaço urbano. Além disso, tais fontes também ajudam a problematizar os impactos e as contradições de uma intensa transformação social e a compreender como as sensibilidades foram sendo educadas para e por uma cidade que se desejava higiênica e inodora.

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