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HOSPITALIZAÇÃO DE PESSOAS IDOSAS NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: ANÁLISE PRELIMINAR 2019-2020
Author(s) -
Lucimara Sonaglio Rocha,
Sandra Maria Cardoso,
Andressa Peripolli Rodrigues,
Neiva Claudete Brondani Machado,
Mariéli Terezinha Krampe Machado,
Victorya dos Santos Varela,
Daiane Porto Gautério Abreu,
Marlene Teda Pelzer
Publication year - 2020
Publication title -
revista brasileira de ciências do envelhecimento humano
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2317-6695
pISSN - 1679-7930
DOI - 10.5335/rbceh.v17i2.11996
Subject(s) - medicine , gynecology
Introdução: A hospitalização é reconhecida como um fator de risco para o declínio funcional das pessoas idosas, caracterizado pela perda de capacidade para realizar atividades básicas e instrumentais da vida diária. Objetivo: Identificar o número e as principais causas (de acordo com o CID-10) de hospitalização de pessoas idosas (idade igual e superior a 60 anos) no Sistema Único de Saúde (SUS) no estado do Rio Grande do Sul nos períodos de janeiro a julho de 2019 e janeiro a julho de 2020. Método: Estudo epidemiológico, descritivo, com dados obtidos a partir do Sistema de Informações Hospitalares do SUS, disponibilizados pelo Departamento de Informática do SUS. Resultados. Em 2019 foram 146.968 internações de pessoas idosas, representando 33,36% das hospitalizações no período, enquanto que em 2020 foram 134.937 internações, representando 34,31% das hospitalizações. Quanto as principais causas em ambos os períodos, prevaleceram os agravos relacionados aos capítulos IX (doenças do aparelho circulatório), X (doenças do aparelho respiratório), II (neoplasias), XI (doenças do aparelho digestivo) e I (algumas doenças infecciosas e parasitárias). Conclusão: Os dados devem balizar ações que visem a preservação e recuperação da capacidade funcional das pessoas idosas hospitalizadas, as quais encontram-se expostas a um decréscimo da qualidade de vida, aumento da incapacidade e morte precoce decorrentes do processo de hospitalização e vivência de doenças crônicas. Deverão ser inseridas ainda variáveis relacionadas à média de permanência hospitalar, óbitos, taxa de mortalidade e valor médio de AIH para uma discussão mais aprofundada, possibilitando, entre outros, análises relativas aos impactos da COVID-19.

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