
PREVALÊNCIA DE SINTOMAS GRIPAIS NA PANDEMIA POR SARS-COV-2 EM IDOSOS DE SERVIÇO REFERÊNCIA NA AMAZÔNIA
Author(s) -
Ana Carla Costa Azevedo,
Andrea Marcela dos Santos Lopes,
Davi Gabriel Barbosa,
Lucas Matheus da Silva Castro,
Paula Gabriela Nascimento Gonçalves,
Rayssa Moreira Lacerda,
Murilo Da Silva Rodrigues,
Cynthia Cyllene de Oliveira Charone
Publication year - 2020
Publication title -
revista brasileira de ciências do envelhecimento humano
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2317-6695
pISSN - 1679-7930
DOI - 10.5335/rbceh.v17i2.11978
Subject(s) - medicine , humanities , covid-19 , disease , philosophy , infectious disease (medical specialty)
Introdução: A população idosa mereceu importante atenção durante a pandemia do Sars-coV-2, sobretudo pelo fato desta faixa etária apresentar maior susceptibilidade às complicações e aos óbitos, visto que a imunossenescência aumenta a vulnerabilidade a doenças infectocontagiosas, e pelas comorbidades associadas. Neste cenário, ressalta-se que os sintomas gripais são considerados sinais de alerta para Covid-19, especialmente tosse seca, febre, falta de ar e confusão mental, merecendo, portanto, orientação e acompanhamento médico. Objetivo: Avaliar a prevalência de sintomas gripais em um grupo de idosos no período de pandemia do novo coronavírus. Método: Estudo transversal, descritivo, com dados de 799 idosos entrevistados via questionário avaliativo, elaborado e conduzido pelo Grupo Cynthia Charone, entre idosos ativos no programa de envelhecimento saudável . A coleta de dados foi realizada via telemonitoramento, entre maio e junho de 2020 a partir da avaliação das fichas on-line preenchidas. Todos os participantes concordaram em participar do estudo a partir da assinatura voluntaria do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) e aprovação do CEP. Resultados: dos 799 idosos avaliados 11,7% referiram ter apresentado tosse, 8,2% alegaram coriza, 5% relataram fadiga, 4,1% apresentaram falta de ar, 4% alegaram anosmia e/ou ageusia, 3,7% referiram febre, 3,3% alegaram dor de garganta, 2,7% relataram diarreia e 1,7% referiram náusea ou vômito. Conclusão: Os sintomas gripais mais prevalentes entre os idosos acompanhados pelo GCC, durante a pandemia do coronavírus foram: tosse, coriza e fadiga e o seu entendimento é demasiadamente importante frente ao contexto pandêmico e o risco que os idosos apresentam.