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IDOSOS EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO: CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS E SINTOMAS DEPRESSIVOS
Author(s) -
Anderson Abreu de Carvalho,
Bianca Dacoregio Martins,
Naísa Falcão Martins,
Giordanyara Chagas e Silva,
Suzana Rosa,
Juliana Balbinot Reis Girondi,
Fernanda Rosa de Oliveira Pires,
Karina Silveira de Almeida Hammerschmidt
Publication year - 2020
Publication title -
revista brasileira de ciências do envelhecimento humano
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2317-6695
pISSN - 1679-7930
DOI - 10.5335/rbceh.v17i2.11893
Subject(s) - humanities , psychology , art
Indrodução: O tratamento hemodialítico gera inúmeros impactos na vida do idoso, devido as mudanças decorrentes da doença, que podem gerar estressores físicos e psíquicos, influenciando o cotidiano de vida do idoso, torando-o propenso ao isolamento social, a diminuição de atividades diárias, incitando sintomas depressivos. Objetivo: Identificar as características sociodemográficas e sintomas depressivos de idosos em tratamento hemodialítico. Métodos: Quantitativo descritivo transversal, realizado com idosos em tratamento hemodialítico no sul do Brasil em 2018, através de entrevista gravada, utilizando instrumento contendo: dados socioeconômicos, de saúde e sintomas depressivos (Escala GDS). Para análise foi utilizada a ferramenta estatística BIOESTAT5.3. Aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa, com número: 1097377. Resultados: Participaram da pesquisa 13 idosos, nove mulheres e quatro homens, com idade entre 60 a 78 anos, a maioria casadas, brancas, aposentadas, com renda de até dois salários e oito anos de estudo. Em relação a avaliação de depressão, verificou-se que 53,8% apresentaram mais de cinco pontos na escala, evidenciando a percepção da presença de sintomas depressivos. Três apontam que os sintomas depressivos estão presentes na maior parte do dia e oito perceberam esses sintomas em outros momentos da vida. Concernente ao que o idoso realiza para amenizar os sintomas, quatro afirmam utilizar medicamentos antidepressivos, dois realizam terapia psicológica e nenhum menciona o uso de terapias alternativas. Conclusão: Verificou-se nesses idosos, indícios de sintomas depressivos. Este achado é importante para o cuidado de enfermagem, planejamento em saúde, assim como monitoramento de comorbidades, possibilitando melhor compreensão da qualidade de vida destes idosos.  

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