
SINTOMAS DEPRESSIVOS E SUA RELAÇÃO COM PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO DE PARTICIPANTES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
Author(s) -
Priscilla Cardoso da Silva,
Vanessa Dias Possamai,
Pâmela Andrieli da Silva Tristão,
Andréa Krüger Gonçalves
Publication year - 2019
Publication title -
revista brasileira de ciências do envelhecimento humano
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2317-6695
pISSN - 1679-7930
DOI - 10.5335/rbceh.v16i2.10226
Subject(s) - medicine , geriatric depression scale , gynecology , depressive symptoms , psychiatry , anxiety
Nos últimos anos, com o envelhecimento populacional a temática do idoso tem ganhado relevância, especialmente pelas doenças apresentadas por esta faixa etária da população, entre elas a depressão¹,². O objetivo deste estudo foi analisar a presença de sintomatologia depressiva de idosos participantes de um projeto de extensão universitária e sua relação com variáveis sociodemográficas. Foram avaliados 134 idosos de um programa de extensão universitária e sua relação com variáveis sociodemográficas. Foi utilizado Geriatric Depression Scale e um questionário contendo dados do perfil Sociodemográfico, para análise dos resultados utilizou-se a estatística descritiva com cálculo de frequência e percentual, SPSS. 21.0 (comitê de ética n. 870096). Em relação à sintomatologia depressiva podemos verificar 84,6% não indicaram sintomas, 13,2% que indicaram sintomas leves e moderados e 2,2% indicaram sintomas graves. Em relação ao sexo 12 mulheres (66,7%) e 6 homens (33,3%) apresentaram sintomas leves e/ou moderadas e, 1 mulher (33,3%) e 2 homens (66,7%) apresentaram sintomas graves; ao fator estado civil, os idosos que não apresentaram sintomas de depressão são, na maioria, casados (38,6%) e as pessoas viúvas (31,6%). Na classificação por escolaridade, que não apresentaram sintomas de depressão foram os que possuíam grau universitário (n=43;37,7%), seguidos do secundário(26,4%) e ginásio(18,4%), dentre as pessoas que apresentam sintomas leves e/ou moderados, destacando o secundário (n=6; 33,3%), seguido do primário (n=5; 28,8%). Na renda, as pessoas que não apresentavam sintomas de depressão, na maioria, apresentavam 02 a 04 salários mínimos com 47 pessoas (41,2%), seguido de 05 a 07 salários mínimos (20,2%). Sobre o perfil sociodemográfico e a sua relação com a sintomatologia depressiva verificamos que pessoas com menos de 70 anos, sexo masculino, casados e com renda entre 02 e 04 salários mínimos possuem maior propensão a sintomas depressivos.