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ASSOCIAÇÃO ENTRE POLIFARMÁCIA E RISCO NUTRICIONAL EM IDOSOS HOSPITALIZADOS
Author(s) -
Melissa Côrtes da Rosa,
Maria Luiza Annes Freitas,
Letícia Mazzoco,
Renata Breda Martins,
Valéria Baccarin Ianiski,
Carla Helena Augustin Shwanke
Publication year - 2019
Publication title -
revista brasileira de ciências do envelhecimento humano
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2317-6695
pISSN - 1679-7930
DOI - 10.5335/rbceh.v16i2.10206
Subject(s) - medicine , gynecology
Introdução: O envelhecimento causa alterações na composição corporal, no funcionamento hepático e renal dos indivíduos (1) podendo a presença de polifarmácia em idosos resultar em interações e consequências clínicas e nutricionais importantes para a manutenção e equilíbrio do organismo (2). Objetivo: Analisar a associação entre polifarmácia e risco nutricional em idosos hospitalizados. Método: Estudo transversal e analítico com idosos internados em um hospital universitário do município de Porto Alegre/RS/Brasil, avaliados de abril a dezembro de 2015 (CAAE 38663014900005336). Considerou-se polifarmácia a utilização de cinco ou mais medicamentos de uso diário e crônico. O risco nutricional foi determinado pela Mini Avaliação Nutricional - versão reduzida (MNA®-SF) de acordo com a seguinte classificação: bem nutrido, risco nutricional e desnutrido. Os dados foram analisados através do software estatístico SPPS versão 17, sendo considerado como significativo p<0,05. Resultado: Dos 274 pacientes avaliados, a maioria era do sexo masculino (58%; n= 159). A frequência de polifarmácia foi de 32,8%, sendo 33,9% (n=39) entre as mulheres e 32,1% (n=51) entre os homens. Em relação ao risco nutricional, 33,6% (n=92) dos idosos encontravam-se bem nutridos, 43,1% (n=118) em risco nutricional e 23,3% (n=64) desnutridos. Observou-se associação significativa entre polifarmácia e risco nutricional (p<0,001). No caso, a frequência de polifarmácia foi significativamente maior entre os indivíduos classificados como em risco nutricional/desnutridos (63,3%) em comparação aos bem nutridos (33,7%). Conclusão: Polifarmácia e risco nutricional/desnutrição apresentaram alta frequência em idosos hospitalizados e mostraram-se associados.

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