
Victor Hugo e Duque de Rivas: a estreia do romantismo nos palcos da França e Espanha
Author(s) -
Karin Volobuef
Publication year - 2010
Publication title -
signótica
Language(s) - English
Resource type - Journals
eISSN - 2316-3690
pISSN - 0103-7250
DOI - 10.5216/sig.v21i1.8617
Subject(s) - romanticism , romance , art , humanities , art history , philosophy , literature
Por volta de 1810 chegaram à Espanha os primeiros ventos românticos (Johann Nikolaus Böhl von Faber), seguidos de décadas de polêmicas e disputas. Na França, o prefácio de Cromwell (1827) e a encenação de Hernani (1830), de Victor Hugo, foram palcos de batalhas decisivas para a vitória do Romantismo; na Espanha, isso se deu com a peça Don Alvaro o la fuerza del sino (1835), escrita por Duque de Rivas. Partindo de um breve levantamento sobre a controvérsia entre diferentes princípios estéticos e sobre o acalorado debate que cercou a estreia de Don Alvaro, o trabalho irá deter-se, em seguida, em uma leitura da peça à luz dos pressupostos defendidos por Victor Hugo. Around the year 1810 Nikolaus Böhl von Faber was the first to spread in Spain the ideas brought about by the Romantic Movement. His articles gave rise to decades of disputes very much the same as it happened in France, where Victor Hugo’s Preface to Cromwell (1827) and the première of Hernani (1830) caused serious disputes about esthetic matters, and marked the final victory of Romanticism. In Spain such quarrels were stirred up by Duque de Rivas’ play Don Alvaro o la fuerza del sino (1835). The paper begins with a brief account of the controversy over different esthetic thoughts associated with Don Alvaro, and proceeds to the analysis of the play with regard to Hugo’s ideas