A atualidade de Paulo Freire no “grito” sufocado dos oprimidos
Author(s) -
Kelly Cristina Soares Lima,
Josiane Arnholz Plaster,
Gerda Margit Schütz Foerste
Publication year - 2022
Publication title -
praxis educativa
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.213
H-Index - 4
eISSN - 1809-4309
pISSN - 1809-4031
DOI - 10.5212/praxeduc.v.17.19386.031
Subject(s) - humanities , sociology , philosophy
Este estudo problematiza as relações opressivas da escravidão que perduram e estimulam a violência, instituindo o racismo estrutural no Brasil. A metáfora do “grito” orienta a tese defendida de que a palavra produzida no diálogo libertador promove a libertação (FREIRE, 1980). Como metodologia, o artigo pauta-se na pesquisa bibliográfica em obras de Almeida (2019), Freire (1980, 1987, 1993, 2002), Freyre (2003), Gomes (2019), Hooks (2017), Munanga (2005), Nascimento (2016), Schwarcz (2019), entre outros. Esta pesquisa infere que a educação dialógica potencializa as lutas dos oprimidos fomentando a práxis educativa freiriana como possibilidade de superação gradual do racismo estrutural. Destaca, ainda, a necessidade de ampliar-se o debate sobre racialidade nas formações iniciais e continuadas de professores, de modo a incentivar a “conscientização” e o “Ser mais” (FREIRE, 1980, 1987).
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