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CONHECIMENTO DOS RESPONSÁVEIS POR CRIANÇAS DE 0 A 12 ANOS ATENDIDAS EM UMA UBS DE RECIFE - PE ACERCA DE VIOLÊNCIA INFANTIL
Author(s) -
Vandreany Cristina da Silva,
Nadielle Magdalla Pereira Gomes,
Michelle Cardoso Gomes
Publication year - 2021
Publication title -
revista ibero-americana de humanidades, ciências e educação
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2675-3375
DOI - 10.51891/rease.v7i12.3559
Subject(s) - humanities , psychology , developmental psychology , philosophy
Objetivo: Identificar o nível de conhecimento dos responsáveis de crianças atendidas em uma UBS de Recife-PE sobre violência infantil. Método: Estudo descritivo, transversal, quantitativo. A amostra foi por conveniência e composta por 100 responsáveis de crianças atendidas na UBS Professor Romero Marques (Recife – PE). A pesquisa foi aprovada pelo CEP com parecer número 3.306.717. O instrumento utilizado foi um questionário contendo 23 questões, elaborado pelas autoras a partir de referencial teórico acerca do tema. Os resultados foram tabulados e analisados descritivamente com embasamento teórico- científico. Resultados: 60% da amostra reconhece a violência física como violência infantil, 62% afirmou não ser necessário bater para educar, 94% refere que crianças expostas a brigas familiares, tem maior probabilidade de se tornar um adulto agressor; 58% acredita que a criança está mais suscetível a sofrer violência na residência, 45% considera tapas e beliscões agressões pouco violentas, 85% entende que estupro é um ato apenas violento, assim como murros e chutes (86%). Conclusão: A violência infantil, apesar de ser um tema bastante explorado, ainda possui muito campo para pesquisa, pois, quando se discute o entendimento deste conceito com os responsáveis pela criança, ainda se observa muita inconsistência. Os pais, muitas vezes influenciados pela educação que receberam, pelo meio social e pelas influências externas, não veem alguns atos como violência contra a criança. Apesar de leis terem sido introduzidas a fim de melhor esclarecer tais questionamentos, dúvidas e fortalecer o ECA, ainda não há uma estratégia consolidada de educação popular em saúde, ou de políticas que protejam a criança do agressor. Por isto, é necessário que se façam mais estudos neste campo a fim de subsidiar dados para fortalecer e analisar os sistemas de enfrentamento da violência infantil.

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