z-logo
open-access-imgOpen Access
VULNERABILIDADE, ESTRESSE, COVID-19 E COPING. UM ESTUDO COM CASAIS DE FAMÍLIAS DESFAVORECIDAS DA CIDADE DE QUELIMANE- MOÇAMBIQUE
Author(s) -
Correia Hermenegildo Correia,
Nédia Pereira Correia Mendes Correia
Publication year - 2021
Publication title -
revista ibero-americana de humanidades, ciências e educação
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2675-3375
DOI - 10.51891/rease.v7i12.3364
Subject(s) - humanities , vulnerability (computing) , coping (psychology) , psychology , art , clinical psychology , computer science , computer security
Este artigo traz uma discussão sobre vulnerabilidade, estresse, Covid-19 e estratégias de enfrentamento em casais de famílias desfavorecidas da cidade de Quelimane-Moçambique. A abordagem é qualitativa, assente na revisão bibliográfica de literaturas do tema em estudo. As fontes de investigação são o Google académico; Libgen; Mendeley Reference Maneger e Scielo. Os descritores usados foram vulnerabilidade, estresse, COVID-19 e estratégias de enfrentamento “coping” e priorizou-se as publicações mais recentes possível. A discussão deste artigo toma como foco a influência da COVID-19, em que coloca vários casais vulneráveis a contaminação e assume-se que as famílias desfavorecidas em particular, estejam expostos ao risco de contrair doenças, aspeto que faz com que vivam sempre ansiosos a procura da sustentabilidade para seus filhos por um lado e por outro pensando em si próprios e na saúde. Diante dos vários cenários relativos aos efeitos da COVID-19 em que ocasiona e condiciona o mal-estar em casais e ou famílias da cidade de Quelimane, tendo em conta as particularidades e caraterísticas psicológicas procuram mobilizar diferentes estratégias cognitivas para se adaptar-se ao contexto e conclui-se que estas famílias mesmos atravessando momentos de crises elas assumem os riscos e os desafios levando a vida com maior naturalidade. Um outro dado interessante é que a cultura também influencia os estilos de enfrentamento das pessoas e, portanto, as intervenções devem abordar os pontos fortes, rituais e apoios dentro de uma comunidade. Portanto, as intervenções apropriadas precisam ser adaptadas à cultura e ao contexto em que os eventos traumáticos ocorrem (Carll, 2007).

The content you want is available to Zendy users.

Already have an account? Click here to sign in.
Having issues? You can contact us here