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SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA GESTANTES COM PRÉ ECLÂMPSIA E/OU ECLÂMPSIA: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA
Author(s) -
Mariana Antunes Carvalho de Souza,
Maria Aparecida Xavier Moreira da Silva
Publication year - 2021
Publication title -
revista ibero-americana de humanidades, ciências e educação
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2675-3375
DOI - 10.51891/rease.v7i11.3164
Subject(s) - humanities , medicine , gynecology , art
A Síndrome Hipertensiva Específica da Gestação (SHEG) se caracteriza como um distúrbio que promove intensas alterações fisiológicas na gestante podendo ocasionar a morte da mãe e do bebê. Esse estudo traz como objetivo principal descrever o papel do enfermeiro na elaboração da Sistematização da Assistência de Enfermagem e do Processo de Enfermagem para paciente gestante com pré-eclâmpsia e/ou eclâmpsia. Trata-se de uma pesquisa de revisão integrativa da literatura que foi realizada no período entre março à outubro de 2021. A amostra foi composta por 33 publicações. Os resultados apontam que as gestantes em pré-eclâmpsia e/ou eclâmpsia apresentam como necessidades de assistência de enfermagem as necessidades psicobiológicas, psicossociais e psicoespirituais. Mediante essas necessidades foram identificados os seguintes diagnósticos de enfermagem para atendimento dessas gestantes: Risco de função cardiovascular prejudicada, Risco de binômio mãe-feto perturbado, Risco de infecção, Risco de sangramento, Conforto prejudicado, Ansiedade, Dor aguda e Náusea. A pesquisa evidenciou que gestantes com eclâmpsia e/ou pré-eclâmpsia correm um grande risco de vir a óbito, não somente elas como também seus bebês.  O papel do enfermeiro na aplicabilidade da SAE é de suma importância e que, quando realizada de forma adequada, a SAE permite ao enfermeiro a identificação precoce de riscos ou alterações que esta gestante esteja sofrendo, com indício de pré-eclâmpsia ou eclâmpsia, na qual pode se ter um desfecho favorável, evitando a ocorrência de óbito materno-fetal. Desta forma, a SAE pode instrumentalizar o enfermeiro para uma abordagem assistencial, direcionando cuidados específicos para essas pacientes, evitando-se resultados negativos. 

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