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A HOMEOPATIA COMO PROPOSTA TERAPÊUTICA: EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS E CIENTÍFICAS
Author(s) -
Marize Alves Peixoto Macedo da Silva,
Lívia Cabral Lobo
Publication year - 2021
Publication title -
revista ibero-americana de humanidades, ciências e educação
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2675-3375
DOI - 10.51891/rease.v7i10.2720
Subject(s) - philosophy , humanities
A homeopatia foi motivada, em 1796, por Christian Hahnemann e oferece os princípios da cura pelo semelhante, da experiência em pessoa sadia, o preceito da medicação única, diluída e dinamizada. No Brasil, a homeopatia foi trazida em 1840, sendo admitida como uma especialidade médica no ano de 1980, e como uma especialidade farmacêutica em 1992. O fato de as medicações contarem com doses extremamente diluídas é uma das razões que tornam mais difícil a aceitação desta terapia pela comunidade. Todavia, a área científica tem recebido importantes evidências, principalmente como uma abordagem complementar, com base no vitalismo, em um modelo de atenção à saúde delineado de forma transdisciplinar, na busca pela integralidade do cuidado. Ao examinar tal situação, esse estudo ressalta o problema de pesquisa a seguir: é a homeopatia uma proposta terapêutica eficaz? O objetivo geral é identificar as principais características da homeopatia. No que se refere ao estabelecimento de objetivos específicos, evidenciam-se: verificar, sob a perspectiva histórica, a homeopatia desde sua proposta por Hahnemann até a visão contemporânea de Sankaram; investigar a utilização da homeopatia no Brasil, bem como sua inclusão no sistema de atenção à saúde; analisar as evidências científicas sobre a homeopatia no mundo e no Brasil. A Revisão Bibliográfica Narrativa, também conhecida por Revisão de Literatura, é o procedimento metodológico definido para esta pesquisa, com ênfase para a avaliação de questões sobre a adoção da homeopatia crescer, principalmente em função da percepção de suas virtudes como terapia sistêmica, com poucos efeitos adversos e pela questão do custo e do benefício, e parcialmente pela desconfiança na medicina convencional.  

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