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UTILIZAÇÃO DE TÉCNICAS ESPECTROSCÓPICAS NO ESTUDO DE NANOCOMPÓSITOS À BASE DE PRÓPOLIS DE ABELHA SEM FERRÃO E NANOARGILA PARA O DESENVOLVIMENTO DE NANOMATERIAIS AVANÇADOS
Author(s) -
Ana Beatriz Sanches Brito,
Patrícia T. Campana,
Tiago Maurício Francoy,
José Roberto Tozoni
Publication year - 2021
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51189/rema/1101
Subject(s) - physics , humanities , philosophy
Introdução: Na literatura, há evidências de que a própolis produzida por abelhas nativas sem ferrão apresenta uma notável concentração de cumarinas e flavonóides, que apresentam ações imunomoduladoras que as permitem atuar sobre inflamações e infecções. Devido a estas atividades, podemos desenvolver um nanocompósito a partir de própolis e de nanoargilas, que são silicatos com uma estrutura tubular, onde substâncias podem ser inseridas e liberadas de forma controlada. Tendo isso em vista, estudamos as cumarinas e flavonóides presentes na própolis da abelha nativa Melipona quadrifasciata quadrifasciata (Mqq) em estado sólido e em solução, e conjugada com nanoargila haloisita (HNT) para desenvolvimento de nanomateriais avançados, realizando a variação do pH dos compósitos. Materiais e Métodos: A extração da própolis em foi feita em etanol 70% e a conjugação foi realizada com 1 ml de extrato etanólico de própolis (EEP) para 10 mg de nanoargila (NTH) e, após descanso, houve lavagem, e reservou-se o conjugado (EEP-NTH). As técnicas espectroscópicas utilizadas foram as espectroscopias de fluorescência e de reflectância por esfera integradora. Resultados Parciais: O EEP-NTH passou por varredura na esfera integradora nos comprimentos de 700 nm a 200 nm, e mostrou bandas nas regiões de 300 e 400 nm. Os espectros de fluorescência do EEP para flavonóides foram emitidos em 427, 468 e 487 e 525 nm. Já os espectros de fluorescência para cumarinas foram emitidos em 420, 468, 490 e 510 nm. Conclusão: As bandas de absorção do conjugado mostraram-se congruentes com os dados da literatura, indicando ligação da própolis na nanoargila. Os espectros de emissão para flavonóides não são citados na literatura e, das emissões para cumarinas, apenas 420 e 468 nm são confirmadas. Serão necessárias novas análises para estudar os comprimentos de onda que foram encontrados, e novos experimentos para realizar a variação do ambiente físico-químico para resultados finais.

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