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O ENSINO REMOTO EMERGENCIAL: UMA ANÁLISE SOBRE AS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO NOS INSTITUTOS FEDERAIS DA REGIÃO SUDESTE BRASILEIRA
Author(s) -
Bruna Beatriz da Rocha
Publication year - 2022
Publication title -
anais do i congresso brasileiro on-line de ensino, pesquisa e extensão
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51189/ensipex/90
Subject(s) - humanities , political science , art
Introdução: Este estudo parte da necessidade de mapear os aspectos institucionais, pedagógicos e acadêmicos, bem como de apoio e suporte aos discentes e docentes, mobilizados durante a implantação do Ensino Remoto Emergencial (ERE), a partir da suspensão dos calendários, iniciada em março de 2020 nos Institutos Federais do Sudeste Brasileiro. Objetivo: Assim, esta pesquisa busca analisar as formas de organização do ERE dos nove Institutos Federais do Sudeste do Brasil (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo; Instituto Federal do Rio de Janeiro; Instituto Federal Fluminense; Instituto Federal de Minas Gerais; Instituto Federal do Norte de Minas Gerais; Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerias; Instituto Federal do Sul de Minas; Instituto Federal do Triângulo Mineiro; Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo . Material e métodos: foi feita análise documental de regulamentos publicados nos sites institucionais e no portal do Ministério da Educação. O intuito era realizar as análises dos documentos disponibilizados nesses sites, a partir das palavras-chave: frequência, flexibilidade, recuperação, carga-horária, pré-requisitos, apoio, educação especial, calendário e avaliação. Resultados: Os resultados indicaram que os temas mais recorrentes nos documentos foram frequência, flexibilidade, cargahorária, apoio ao discente, calendário e avaliação, enquanto os menos recorrentes foram recuperação, pré-requisitos, educação especial e apoio ao docente. Conclusão: Percebeu-se que a falta de apoio do Ministério da Educação foi um fator que dificultou o processo de organização do ERE, dessa forma, cada instituição, assumindo a sua autonomia, buscou se organizar de acordo com as suas condições financeiras, demandas, necessidades e possibilidades. Observou-se também que, apesar de ser um grande desafio em garantir a universalidade do acesso ao ERE, todas as instituições buscaram, ainda que em condições adversas e complexas, viabilizar a democratização do acesso à educação no contexto da pandemia

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