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OS EFEITOS DO ATEZOLIZUMABE UTILIZADO COMO IMUNOTERÁPICO NO CÂNCER DE PULMÃO
Author(s) -
Aléxia Dos Santos Silva,
Filipe Francelino Da Silva,
Bárbara Ashley Trindade Santos,
Robson Barbosa De Lima,
Pedro Luiz de França Neto
Publication year - 2021
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/946
Subject(s) - microbiology and biotechnology , medicine , gynecology , physics , cancer research , biology
Introdução: Em junho de 2019 foi aprovado pela ANVISA a utilização do atezolizumabe como inibidor de anti- PDL1 , para o tratamento de câncer de pulmão em estágio III tendo a associação com quimioterapia baseado em platina. O atezolizumabe, conhecido também como Tecentriq® é um anticorpo monoclonal de imunoglobulina G1 humanizado com domínio Fc, onde se liga diretamente ao PD-1 que possibilita um bloqueio duplo dos receptores PD-1 e B7.1, ocasionando uma inibição mediada pela via PD-L1/ PD-1 da resposta imune, envolvendo uma reativação de resposta imune antitumoral sem induzir citotoxicidade celular dependente de anticorpo. Assim possibilitando que os sinais inibitórios mediados por PD-L2/ PD-L1 continuem. Objetivos: Descrever a relevância do Atezolizumabe como imunoterápico no câncer de pulmão, para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão de não-pequenas células (CPNPC) localmente avançado ou metastático após quimioterapia prévia.Material e Métodos: O trabalho trata-se de uma revisão bibliográfica, com levantamento de informações e discernimento acerca de artigos que abordem o tema, apontando uma nova forma benéfica terapêutica, produzido pela engenharia genética com a utilização de anticorpo humanizado. Resultados: A partir dos artigos estudados pode-se constatar que o tratamento com o Atezolizumabe tem funcionalidade ao adulto que apresenta CPNPC localmente avançado ou metastático posteriormente a quimioterapia prévia e em pacientes com mutações ativadoras EGRF ou mutações ALK positivado após recebimento de terapia alvo promovendo benefícios em relação a sobrevida da população desses estudos. Conclusão: De acordo com a análise dos estudos referente a temática, a imunoterapia associada a quimioterapia trás consigo um aumento benéfico na sobrevida de pacientes que apresentam CPNPC do que só a quimioterapia em si.

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