LEVANTAMENTO DA PREVALÊNCIA DE ENTEROPARASITOSES EM CRIANÇAS DE ZERO A SEIS ANOS NO BRASIL E ASSOCIAÇÃO COM ESTADO SÓCIO ECONÔMICO: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA:
Author(s) -
Antonio Sérgio Mathias,
Fernanda Klein Gomes,
Marta Lisiane Carvalho
Publication year - 2021
Publication title -
anais do i congresso brasileiro de parasitologia humana on-line
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/908
Subject(s) - humanities , ascaris lumbricoides , political science , geography , medicine , philosophy , helminths , immunology
Introdução: As doenças enteroparasitárias simbolizam um problema de saúde pública no Brasil. Diversos estudos indicam que as crianças são as mais afetadas principalmente devido a questões de higiene e imunidade, sendo notório sua prevalência. Objetivo: Analisar os dados das principais pesquisas existentes no Brasil sobre enteroparasitoses entre pré-escolares, destacando as mais frequentes e relacioná-las com aspectos sociais, econômicos e culturais. Material e métodos: Este estudo utilizou a revisão sistemática para analisar os principais artigos publicados entre 1990 e 2019 nas bases de dados PubMed, Google Acadêmico e Lilacs utilizando os descritores “enteroparasitosis and Brazil” Resultados: Foram encontradas 1.481 publicações e apenas 18 relevantes para o estudo. As parasitoses infantis nos estados brasileiros são principalmente focadas nos indivíduos em condições precárias de moradia e educação, priorizando populações de baixa classe socioeconômica, destacando Giardia sp, Ascaris lumbricoides, Cryptosporidium sp, Trichuris trichiura como as principais espécies nos exames fecais Também é notório que há diversos tratamentos e avanços na medicina, mas raramente é em prol das parasitoses e, por isso, juntamente com as más condições sanitárias, elas ainda são um problema de saúde pública. Conclusão: Devido às diversas correlações entre enteroparasitoses e perfis socioeconômico-culturais, a melhor alternativa para a redução desta prevalência seria optar pela educação sanitária desde a infância, tendo em conta que o maior foco de transmissão são as crianças, por apresentarem hábitos de higiene não convencionais. Além das crianças, a orientação aos pais também é fundamental uma vez que baixos níveis de escolaridade estão relacionados a alta prevalência de parasitoses
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