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EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA A ESTRATÉGIA DE PREVENÇÃO DE PARASITOSES INTESTINAIS
Author(s) -
Rafaeli Vidaletti Barbosa,
Juliana Emi Shimabukuro,
Maria Fernanda Rosato Camargo,
Maria Graça Marciano Hirata Takizawa
Publication year - 2021
Publication title -
anais do i congresso brasileiro de parasitologia humana on-line
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/711
Subject(s) - humanities , medicine , physics , philosophy
Introdução: As parasitoses intestinais constituem um dos problemas de Saúde Pública, são causadas por helmintos e protozoários e a transmissão se dá por meio da ingestão de água e alimentos contaminados e através da pele por ferimentos. Os infectados apresentam quadro de dor abdominal, vômitos, anemia, perda de peso e problemas respiratórios. O tratamento ocorre, após a identificação do agente causador, recorrendo ao uso de antiparasitários. A falta de saneamento básico e higiene pessoal, torna complexo o trabalho da vigilância em saúde, sobretudo na forma de articular e disseminar informações, sendo fundamental a educação em saúde para uma prevenção mais eficiente no combate às doenças infectocontagiosas. Objetivo: Descrever a avaliação acerca da educação em saúde, por meio de um processo de construção de conhecimento na área da saúde, como instrumento no controle e prevenção de parasitoses intestinais. Material e métodos: Consiste numa pesquisa bibliográfica, de abordagem com fundamentação teórica em dados e obras, publicados em artigos científicos e revistas disponibilizadas eletronicamente com base na Biblioteca Virtual de Saúde, SciELO e PubMed, correspondente ao período de 2012 a 2019. Resultados: A infecção parasitária é caracterizada por parasitos no organismo do hospedeiro, para resultados consistentes quanto a prevenção, medidas educativas em escolas e Unidades Básicas de Saúde devem abordar hábitos de higiene. Com os dados obtidos nas referidas bases, 200 indivíduos participaram de uma oficina de intervenção e 75% apresentaram uma ampla assimilação de conhecimentos e mudanças de hábitos, melhorando 30% a saúde coletiva local, assim, com a promoção de projetos de educação sanitária e ambiental, a prevalência dessas doenças tende a diminuir. Conclusão: Para minimizar problemas na saúde pública relacionados às doenças parasitárias faz-se necessário uma educação em saúde contínua com um plano de intervenção educativa proposto em realizar atividades teóricas e práticas para orientar sobre as parasitoses mais frequentes na população e os métodos de prevenção. As ações educativas devem ser direcionadas a todo o público das regiões contaminadas para conscientização individual e coletiva de responsabilidade e direitos à saúde.

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