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A DOR NO CANCÊR: A ENFERMAGEM HUMANIZADA A PACIENTES ONCOLÓGICOS
Author(s) -
Ana Beatriz Pinheiro Ferreira
Publication year - 2021
Publication title -
anais do i congresso brasileiro de saúde pública on-line: uma abordagem multiprofissional
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/2966
Subject(s) - humanities , philosophy
Introdução: A dor e sua intensidade, experiência pessoal que leva ao comprometimento da qualidade de vida de um indivíduo. A dor é uma vivência pessoal e sensorial, relacionada a um dano tissular real ou latente. É uma maneira de sinalizar de que algo não está bem no organismo. Ao referirmos à dor oncológica, mesmo com inúmeros avanços da tecnologia no tratamento do câncer, a dor causada pela doença ou mesmo pelo seu tratamento, é razão de muito temor. Já no momento do diagnóstico da doença, gera-se um estado de carência afetiva e uma sensibilidade aumentada frente a todo o processo de enfretamento da doença. Não mensurar a dor corretamente ou suprimi-la pode ocasionar alterações físicas, psicológicas e sociais. Objetivo: estabelecida pelo objetivo de explorar os fatores que englobam a vivência com a dor em pacientes oncológicos e os meios utilizados pelos enfermeiros para acompanhar, amenizar e assim trazer alívio para a paciência em momentos de dor através de um estudo profundo dos manuais de atenção aos pacientes oncológicos. Material e Métodos: partindo de uma revisão bibliográfica, com método descritivo com a finalidade descrever quais ações e práticas no campo da enfermagem deve ser observada e adotada pelo enfermeiro para que o alívio da dor seja algo rápido e efetivo. A apreciação ineficaz da dor e a incompreensão sobre os métodos disponíveis para o seu comedimento são fatores que podem complexificar a condução dos sintomas e queixas dos processos de dor, o que corrobora com as necessidades de que os profissionais de enfermagem compreendam e saibam reconhecer os sinais de dor podendo intervir corretamente no seu alívio. Dentro deste cenário a complexidade e a capilaridade do tratamento de câncer requerem habilidades tanto técnico-científicas como também das relações interpessoais e espirituais. Conclusão: A produção de conhecimento por parte do enfermeiro deve ter ênfase na necessidade de melhorar a conduta no cuidado ao paciente oncológico nos momentos de dor. Unir o conhecimento técnico e a sensibilidade humana na enfermagem transformando o atendimento ao paciente e o ato de cuidar em uma enfermagem humanizada onde o acolhimento ao paciente contribua para o enfrentamento da dor.

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