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PERCEPÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA SOBRE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERAPICOS: UMA REVISÃO DE LITERATURA
Author(s) -
Marcilene Batista Costa,
Lúcia Gimenes Passero
Publication year - 2021
Publication title -
anais do ii congresso nacional multidisciplinar em enfermagem on-line
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/2554
Subject(s) - humanities , philosophy
Introdução: A Atenção Primária à Saúde (APS) se qualifica como um importante campo para implementação do uso de plantas medicinais e fitoterápicos, enquanto modalidade terapêutica associada ao tratamento medicamentoso. A inclusão dessa prática no âmbito da APS deve seguir os princípios do SUS, proporcionando assistência universal, integral, equânime, contínua e resolutiva aos usuários. É relevante ter conhecimento sobre a percepção dos profissionais da saúde acerca do tema, bem como ter ciência sobre o nível de entendimento destes sobre a temática. Objetivos: Este estudo visou analisar a produção científica sobre a percepção de profissionais da APS acerca das plantas medicinais e fitoterápicos nos estudos dos últimos dez anos. Material e métodos: Trata-se de uma revisão de literatura do tipo integrativa, no qual a busca dos estudos foi realizada na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), onde foram encontrados 10 estudos pertinentes ao tema. A análise da discussão foi realizada por meio de categorias pré-selecionadas pelas pesquisadoras. Resultados: A apresentação dos resultados foi realizada por meio das categorias: Qualificação dos profissionais para atuação em fitoterapia no SUS, a percepção sobre a inserção da prática no âmbito laboral, receptividade dos profissionais da atenção básica sobre plantas medicinais e fitoterápicos; e prescrição e/ou orientação da fitoterapia pelos profissionais da APS. Conclusão: Os resultados demonstraram que a percepção dos profissionais sobre plantas medicinais e fitoterápicos é positiva, e estes informam, inclusive, as vantagens da prática no âmbito laboral. Porém, o conhecimento desses profissionais sobre o tema ainda é incompleto, por isso denotam-se incapazes de realizar uma prescrição ou mesmo orientação à população no que concerne ao uso correto dessa terapêutica. Acerca disto, a pesquisa concluiu também, que os profissionais de saúde sentem necessidade de apoio da gestão local com relação a prática, bem como capacitações e educação permanente com toda a equipe da ESF.

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