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CONSEQUÊNCIAS À MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA
Author(s) -
Larissa Lorraine Ap. Silva Carvalho,
Fabíola Vieira Cunha
Publication year - 2021
Publication title -
anais do ii congresso nacional multidisciplinar em enfermagem on-line
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/2475
Subject(s) - humanities , philosophy
Introdução: O enfermeiro possui um papel de grande importância no que diz respeito à educação em saúde, pois ele é responsável por ensinar a sua equipe, como também a população, garantindo assim, uma qualidade de assistência muito melhor. Infelizmente, no âmbito da saúde da mulher, no que diz respeito à obstetrícia, ainda falta muito conhecimento e humanização por parte dos profissionais de enfermagem, que em muitas das vezes são responsáveis por causar a violência obstétrica, por não informar as gestantes sobre seus direitos e por não praticarem a humanização dentro do centro obstétrico. As consequências que decorrem desse tipo de violência são inúmeras, podendo ser físicas ou psicológicas, e afetam a qualidade de vida não apenas da puérpera, mas também da sua família. A falta de preparo dos profissionais de saúde em atender de forma humanizada as gestantes faz com que este problema só cresça em nível mundial. Objetivo: Este estudo teve como objetivo evidenciar as principais consequências à mulher vítima da violência obstétrica e a falta de preparo dos profissionais de saúde [U1] no que diz respeito a preservar o direito das gestantes a uma atenção humanizada. Metodologia: Revisão bibliográfica, na qual foram analisados artigos científicos e leis dentre os anos de 1998 a 2020 para a construção dessa pesquisa, com busca realizada nos bancos de dados Lilacs, Periódicos, Scielo, Decs e EBSCO, utilizando os descritores: Violência obstétrica, violência, parto e parto humanizado. Resultados: Evidenciou-se que as principais consequências são depressão, vergonha, medo de repetir a experiência, cicatrizes, queloides, dores físicas e baixa autoestima, e quanto a falta de preparo dos profissionais de saúde, evidencia-se a falta de humanização, o despreparo, falta de conhecimento sobre o tema e não conscientização das gestantes sobre seus direitos. Conclusão: Após a identificação das causas da violência obstétrica e das formas de prevenção a ela, espera-se que o enfermeiro compreenda seu papel no combate a ela e sejam colocadas em práticas as medidas de prevenção, principalmente no que diz respeito a dar orientações e educação em saúde, tanto para as gestantes, quanto para a equipe multidisciplinar em saúde.

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