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CANDIDÍASE NEONATAL, TRATAMENTO E PERSPECTIVAS NO BRASIL: UMA ANÁLISE BIBLIOGRÁFICA
Author(s) -
Randu Moreira Marques,
Isabelle Eutalia Rodrigues Da Silva,
Jamilly Lino Marques,
Alcione de Oliveira dos Santos
Publication year - 2021
Publication title -
anais do i congresso brasileiro de doenças infectocontagiosas on-line
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/2216
Subject(s) - medicine , gynecology
Introdução: A candidíase é uma doença causada pelo fungo Candida, sendo no Brasil epidemiologicamente mais frequentes as espécies C. albicans e C. parapsilosis; de caráter oportunista, esse fungo acomete, principalmente: boca, unhas, pele, vagina e esôfago. Em neonatos, os tipos predominantes são candidíase cutânea - relacionada com áreas mais úmidas do corpo do recém-nascido: região púbica e glútea – e oral. A infecção está associada a alterações do sistema imunológico, possibilitando a colonização fúngica no recém-nascido, tornando necessário acompanhamentos mais incisivos e terapêutica hospitalar adequada, haja visto a inexistência de sintomatologia patognomônica. Objetivos: Apresentar as atualidades e perspectivas do tratamento da candidíase neonatal no Brasil. Material e Métodos: Este estudo consiste em uma revisão bibliográfica, tendo sua base de dados obtida nos seguintes sites: Scientific electronic library online (Scielo), PubMed e Library Genesis. Os descritores utilizados foram “Candidíase”; “Neonatal”; “tratamento”. Resultados: Segundo a bibliografia analisada, a base farmacológica não apresenta grandes mudanças, mantendo as seguintes classes principais: polienos (anfotericina B + desoxicolato), azoles (fluconazol, voriconazol), pirimidinas fluorinadas (fluocitosina) e equinocandinas. Na candidíase cutânea, destaca o uso dos cremes azoles (cetoconazol, miconazol ou isoconazol) e a nistatina suspensão oral para mucosas atingidas. Já para a sistêmica, o medicamento mais usado é a anfotericina B, porém, estudos apontam uma tendência ao desenvolvimento de efeitos colaterais e intoxicação pelo uso dessa droga. Enquanto as equinocandinas apresentam um amplo espectro em neonatos, com maior sucesso clínico em relação às outras drogas. Inerente às perspectivas, o uso de terapia probiótica apresenta-se como uma alternativa para o tratamento da candidíase sistêmica. A terapia probiótica consiste na ingestão de bactérias que não desenvolvem doenças no neonatal, visando a expulsão dos organismos que desenvolvem a candidíase. Conclusão: A candidíase neonatal destaca-se como um dos principais problemas de saúde pública no Brasil. Portanto, o tratamento da candidíase se mostra regular conforme o referencial teórico e a perspectiva do uso da terapia probiótica como tratamento ainda não totalmente conclusivo, haja visto a escassez de estudos relacionados a neonatais.

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