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ANÁLISE DA IMUNOMARCAÇÃO DE PROTEÍNAS DA VIA PI3K/AKT/MTOR DE SOBREVIVÊNCIA CELULAR EM AMOSTRAS TUMORAIS DE PRÓSTATA METASTÁTICAS E NÃO METASTÁTICAS
Author(s) -
Érica Romão Pereira,
Amanda Letícia Francelino,
Laís Capelasso Lucas Pinheiro,
Ilce Mara de Syllos Cólus,
Roberta Losi Guembarovski
Publication year - 2021
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/1948
Subject(s) - gynecology , physics , microbiology and biotechnology , medicine , biology
Introdução: O câncer de próstata (CaP) é o segundo tipo de câncer mais comum em homens e a quinta causa de morte no mundo. A triagem para o rastreamento do CaP consiste no toque digital retal e na quantificação do PSA (antígeno prostático específico). Porém, esses métodos são incapazes de diferenciar tumores indolentes e doenças prostáticas benignas do adenocarcinoma maligno. Portanto, buscam-se maneiras alternativas de fazer um diagnóstico mais preciso e menos invasivo. Objetivos: Dentro deste contexto, este trabalho avaliou a imunomarcação tecidual do Homólogo de Fosfatase e Tensina (PTEN) e Serina/Treonina Quinase (AKT) pertencentes a uma importante via de sobrevivência celular alterada em diversos tumores malignos humanos. Material e Métodos: Trabalho aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos/UEL, parecer 176/2013. As proteínas foram avaliadas através da técnica de imunohistoquímica (IHQ) indireta considerando os tecidos prostáticos tumoral e não tumoral adjacente de 60 pacientes, divididos em três grupos categorizados através de parâmetros prognósticos: melhor prognóstico (n=21), pior prognóstico (n=22) e metastático (n=17). A imunomarcação foi analisada por patologista e as classificações de coloração foram consideradas segundo a intensidade do sinal: (0) ausência de marcação, (+) fraca e (++) intermediária à forte. Para todas as análises foi utilizado o software IBM® SPSS® Statistics for Windows, version 20.0. Resultados: Verificou-se que a média de idade dos pacientes foi 64,4±4,6 (melhor prognóstico), 67,6±5,7 (pior prognóstico) e 71,4±10,1 (metastático), com diferença entre os grupos de melhor prognóstico e metastático (p=0,008) e entre os grupos não metastático e metastático (p=0,010). Na análise de interação, verificou-se que PTEN e AKT (p<0,001) estavam significativamente correlacionadas. No entanto, mostraram uma imunomarcação fraca ou ausente em praticamente todas as amostras do presente estudo e não demonstraram associações significativas nem em relação aos tecidos tumoral e não tumoral adjacente e nem em relação aos parâmetros prognósticos ou aos processos de recidiva e metástase. Conclusão: Este estudo indicou que as proteínas PTEN e AKT, apesar de apresentarem interação proteica significativa, não demonstraram potencial de biomarcadores para o CaP, devido à ausência de associação significativa com grupos de prognóstico, parâmetros prognósticos ou com os processos de recidiva e/ou metástase.

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