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DISTOCIA NA CLÍNICA DE PEQUENOS ANIMAIS
Author(s) -
Larissa Raquel Martins Adami,
Giovana Alcantara Garcia,
Daniel De Solza Ramos Angrimani
Publication year - 2021
Publication title -
anais do i congresso on-line nacional de clínica veterinária de pequenos animais
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/1909
Subject(s) - gynecology , medicine , fetus , philosophy , biology , pregnancy , genetics
Introdução: A distocia é definida como dificuldade para expelir os fetos pelo canal do parto. Esta afecção é mais frequente em cadelas do que em gatas. Normalmente, a distocia pode ocorrer devido origem materna ou fetal e de modo geral, raças de porte pequeno ou braquicefálicas possuem maior predisposição a afecção. Objetivos: Neste contexto, o objetivo deste estudo é revisar as principais causas da distocia em pequenos animais, métodos diagnósticos e terapêutica. Materiais e métodos: Para elaboração da revisão de literatura, foram utilizados trabalhos e artigos científicos retirados do Google Acadêmico dos últimos 6 anos. Resultados: A distocia de origem materna é recorrente principalmente em fêmeas primíparas ou com múltiplos fetos. Dentre as causas primordiais da distocia de origem materna destaca-se a inércia uterina (primária e secundária), estreitamento das vias moles e duras, torção uterina e contrações excessivas sem sucesso. Já a distocia de origem fetal pode ser acarretada por deficiência de corticosteroides adrenais do feto, tamanho do feto, gestação prolongada, ascites, anasarca e hidrocefalia ou alterações na estática fetal. Por se tratar de afecção rotineira na clínica de pequenos animais, o diagnostico ocorre por meio de exames radiográficos ou ultrassonográficos, palpação abdominal e exame digital vaginal. O gluconato de cálcio a 10% é capaz de promover aumento da força uterina. O tratamento divide-se em medicamentoso ou por intervenção cesariana, sendo que os fármacos podem ser administrados caso a fêmea esteja em boas condições clínicas e apresente inércia uterina secundária. Contudo, em situações de falha de estática fetal onde a correção não é possível, ou falha na indução da contração uterina, a cesariana é indicada. Conclusão: O conhecimento da fisiologia e endocrinologia da fêmea e sua gestação é de sua importância para que o diagnóstico e tratamento corretos sejam efetuados, garantindo assim, a sobrevida da mãe e fetos.

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