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CÂNCER INFANTIL: IMPACTOS PSICOSSOCIAIS APÓS O DIAGNÓSTICO E A IMPORTÂNCIA DO PSICÓLOGO NA ÁREA HOSPITALAR
Author(s) -
Michelli Do Nascimento,
Giovanna Do Nascimento
Publication year - 2021
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/1547
Subject(s) - medicine , psychology , humanities , philosophy
Introdução: O diagnóstico de câncer infantil representa um impacto na vida da criança e de seus familiares. É destacado um momento de incerteza em relação ao futuro, alterações nas relações sociais, mudanças de rotina e desafios do tratamento que dificultam o enfrentamento da situação. Dessa forma, é de extrema importância o acompanhamento psicológico para amenizar esses impactos e encontrar formas de lidar com uma doença difícil e delicada como o câncer. Objetivo: Compreender as demandas psicológicas das crianças e dos familiares frente ao diagnóstico do câncer infantil, bem como o papel da família durante o processo diagnóstico-tratamento e como o psicólogo pode atuar diante dessas demandas. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão de literatura científica selecionada criteriosamente com relevância para o trabalho. O material de leitura foi estudado a partir da técnica de conteúdo temática e coletado nas bases eletrônicas de dados: Scientific Electronic Library Online (Scielo), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Periódicos Eletrônicos de Psicologia (Pepsic). Resultados: Os estudos revisados apontam que a criança tende a ter uma dificuldade para lidar com o diagnóstico, mantendo foco repetitivo nos aspectos negativos e causando forte impacto emocional ao se deparar com sua infância limitada pela doença. No âmbito familiar, a percepção e aceitação da criança frente ao diagnóstico da doença é influenciada pela forma que a família assimila, sendo de forma positiva ou negativa. É nesse momento que o psicólogo deve atuar abrangendo as demandas psicológicas dos familiares e da criança, com o objetivo de facilitar o processo de aceitação do diagnóstico. Conclusão: É de suma importância que o psicólogo hospitalar integre as duas vertentes (paciente e família) para que sejam trabalhadas as necessidades psicológicas de ambos, reduzindo os impactos psicossociais após o diagnóstico e contribuindo de forma significativa com o tratamento.

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