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ATUALIZAÇÕES SOBRE A RELAÇÃO ENTRE COVID-19, MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS NA GRAVIDEZ E POSSÍVEIS REPERCUSSÕES NA SAÚDE DE RECÉM-NASCIDOS
Author(s) -
Isabela Cristina Alves De Oliveira,
Ana Carolina Silva Vieira,
Bianca Gusmão Meirelles,
Laís Costa Lage De Assis,
Milena de Oliveira Simões
Publication year - 2021
Publication title -
anais do ii congresso brasileiro de saúde on-line
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/1456
Subject(s) - medicine , gynecology
Introdução: Identificada em Wuhan, China, a COVID-19 se espalhou pelo globo e, até o momento, atingiu mais de 160 milhões de pessoas. Nesse contexto, o papel da infecção por SARS-CoV-2 na saúde da gestante e do neonato ainda é incerta, sendo essencial a discussão sobre a inclusão das mulheres grávidas no grupo de risco para a COVID-19. Objetivo: Descrever as manifestações clínicas associadas à infecção por SARS-CoV-2 em mulheres grávidas e as possíveis repercussões na saúde dos recém-nascidos. Materiais e Métodos: Realizou-se busca bibliográfica na base de dados PubMed, através dos descritores “Pregnancy” AND “COVID-19”, com o filtro “Meta-Analysis”, sendo este o critério de inclusão. Foram encontrados 16 resultados, dos quais três foram selecionados. Revisão bibliográfica: Foi percebida associação entre a infecção por SARS-Cov-2 e a ocorrência de pré-eclâmpsia, prematuridade, natimorto, e baixo peso ao nascer, quando comparados à ocorrência desses eventos em mulheres grávidas não acometidas pela doença. Ademais, grávidas com quadro clínico severo tiveram forte associação com ocorrência de pré-eclâmpsia, nascimento prematuro e diabetes gestacional, se comparadas a aquelas que apresentaram quadro moderado. Em contrapartida, em outra meta-análise, estudos analisados relataram a não associação da prematuridade com a COVID-19. Ainda, foi relatado que a maioria dos recém-nascidos não apresentaram alterações clínicas, os que foram testados positivos apresentaram apenas sintomas leves (respiratórios, gastrointestinais e febre) e outros foram assintomáticos. Além disso, testes RT-PCR SARS-CoV-2 em amostras de sangue do cordão umbilical, placenta, líquido amniótico, leite materno e secreções vaginais demonstraram não haver evidência suficiente para afirmar a ocorrência de transmissão vertical desse vírus. Considerações Finais: Conclui-se que ainda há pouca informação na literatura quanto a relação entre alterações clínicas em recém-nascidos e grávidas, infectados durante a gravidez. Dessa forma, torna-se necessário novos estudos bem conduzidos, nessa parcela da população, a fim de estabelecer as relações entre a infecção por COVID-19 e eventos ocorridos durante gravidez, e após o nascimento.

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