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O QUE HÁ DE EVIDÊNCIAS SOBRE PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE (PAC) EM CRIANÇAS: UMA REVISÃO DA LITERATURA EM MEIO À PANDEMIA DO COVID-19
Author(s) -
Anna Carolina Dockhorn de Menezes Carvalho Costa,
Lucas Dalvi Armond Rezende,
Maria Gabriella Bianconi,
Maxsuelen Rosa Da Silva Santos,
Gabriel Confalonieri Brtoldi Brtoldi
Publication year - 2021
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/1203
Subject(s) - medicine , pneumonia , humanities , gynecology , philosophy
Introdução: A pneumonia adquirida na comunidade (PAC) lidera as causas de mortes entre crianças menores de 5 anos no mundo todo, associada, ainda, a um mal diagnóstico pelos médicos. Isso tudo ainda num cenário de vacinação contra o Streptococcus pneumoniae e para Haemophilus influenzae tipo B (Hib). Ela pode ser causada tanto por vírus, quanto por bactérias, estas sendo secundárias à infecção viral em sua maioria. Material e Métodos: Realizou-se uma revisão integrativa de literatura na base de dados PubMed com os descritores conferidos no Medical Subjetics Headings (MeSH), sendo eles: “Community-Acquired Pneumonia” AND “Child” AND “Therapeutics”. Utilizou-se os filtros: texto completo disponível, intervalo temporal dos últimos 10 anos e artigos que correspondem a questão norteadora: “Quais as evidências científicas sobre o tratamento de PAC em crianças?”. Resultados: Os principais agentes da PAC achados foram o pneumococo e o Hib, contudo, mesmo com o advento das vacinas e esses patógenos controlados, ainda há grande mortalidade de crianças menores de cinco anos no mundo por PAC. O diagnóstico é majoritariamente clínico, podendo utilizar radiografias de tórax, sendo estas o padrão ouro, apresentando infiltrado pulmonar, tanto alveolar quanto intersticial, e a reação em cadeia de polimerase (PCR). O tratamento pode ser em meio hospitalar e ambulatorial. Quanto aos critérios de internação variam entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos, sendo o tratamento de primeira linha para pneumonia bacteriana, amoxicilina via oral em pacientes ambulatoriais, e, para pacientes internados, ampicilina ou penicilina G ou amoxicilina, todos via intravenosa e para pacientes menores de 5 anos. O tratamento baseia-se no consenso mundial de que o patógeno Streptococcus pneumoniae é o agente mais comum em pacientes pediátricos Conclusão: Ainda há muita subestimação do quadro de PAC em crianças, com diagnósticos equivocados de síndromes gripais. No atual cenário global de pandemia do COVID-19, torna-se mais difícil de conseguir um diagnóstico eficaz devido às superlotações hospitalares e diminuição de recursos humanos. É imprescindível a setorização e manejo para que esses casos não se deteriorem e para que haja diminuição na mortalidade de crianças e neonatos.

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