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O PADRÃO DA RESPOSTA IMUNOLÓGICA HUMORAL EM PACIENTES COM COVID-19 VARIA CONFORME A SEVERIDADE DA DOENÇA
Author(s) -
Rhayanny Kethylly Pereira Santos,
Jackson Nascimento De Souza,
Camila De Paula Duarte Dos Santos,
Victória Regina Da Silva
Publication year - 2021
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/rems/1151
Subject(s) - medicine , humanities , covid-19 , philosophy , disease , infectious disease (medical specialty)
Introdução: O vírus SARS-CoV-2 é responsável pela pandemia que segue marcando o mundo. Apesar de grande parte dos afetados apresentarem sintomas leves semelhantes à gripe, casos graves provocam internações por distúrbios pulmonares e outras complicações orgânicas. A alta taxa de transmissibilidade, inclusive em assintomáticos, e de letalidade justificam a importância da compreensão do mecanismo de defesa em resposta à infecção e como relaciona-se a severidade do quadro. Estudos mostram a presença de antiSARS-CoV-2 específicos IgM e IgG existindo em quantidade diferentes entre casos leves e graves. Essa revisão busca compreender as diferenças entre padrões de resposta imunológica em quadros graves e leves de COVID-19. Objetivos: Descrever a variação na resposta imunológica adaptativa humoral existente entre pacientes com diferentes intensidades da COVID-19, associando-a aos diferentes quadros. Metodologia: A revisão foi feita utilizando as bases de dados ScienceDirect, PubMed e Google Scholar utilizando os descritores “COVID-19”, “immunological response pattern” e “severity”. Foram analisados 5 artigos experimentais publicados entre 2020-2021 e excluídos artigos que não contemplassem o objetivo proposto. Resultados: Foi encontrado que anticorpos IgG surgem antecipadamente, em maior titulação e permanecem por tempo prolongado em pacientes graves quando comparados a casos leves. Quanto à detecção, IgG aparece significativamente nos quadros graves, porém em menos de 5% dos assintomáticos. O surgimento rápido de IgG em pacientes graves sugere reatividade cruzada a outros coronavírus circulantes, enquanto que a resposta humoral exacerbada com grande duração nesses casos sugere falha em produzir uma resposta apropriada. Ademais, plasmoblastos também foram encontrados no fenótipo grave da doença, corroborando com a alta de anticorpos. IgM não apareceu significativamente alterado entre os pacientes. Conclusão: Na presente revisão foi demonstrado que a presença alterada de anticorpos IgG é encontrada em quadros graves. A caracterização desses padrões imunológicos é crucial para estabelecer seu valor terapêutico, diagnóstico e prognóstico na COVID-19.

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