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CARDIOPATIAS CONGENITAS IDENTIFICADAS NO PRIMEIRO MOMENTO APÓS O NASCIMENTO: UMA REVISÃO
Author(s) -
Karla Gabriele dos Santos Gomes de Alcantara,
Emyly Monteiro Correa,
Dayna Pina do Rosario,
Layze Karoline Barata Cordeiro
Publication year - 2022
Publication title -
anais do i congresso brasileiro on-line de ensino, pesquisa e extensão
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/ensipex/27
Subject(s) - philosophy , humanities , medicine
Introdução: As cardiopatias congênitas são decorrentes de alterações genéticas, e se caracterizam por uma má formação do coração e dos grandes vasos, que podem ser desenvolvidos ainda no período embrionário, estas alterações podem causar prejuízo hemodinâmico comprometendo assim desenvolvimento de órgãos e tecidos. A má formação cardíaca pode ser classificada como cianótica ou acianótica, que é a presença ou não da cor azulada na pele e nas mucosas, decorrente de uma oxigenação insuficiente do sangue. Outra característica que as classifica está à estabilidade hemodinâmica como fluxo pulmonar aumentado ou diminuído, obstrução do fluxo sanguíneo fora do coração e fluxo sanguíneo misto. Objetivo: Objetivou-se com esse estudo identificar quais as cardiopatias congênitas mais frequentes identificadas no primeiro momento após o nascimento. Material e métodos: Neste sentido, foi realizada uma revisão integrativa nas bases de dados Lilacs, Medline e Pubmed, onde os artigos passaram por uma seleção de 4 etapas: identificação, triagem, elegibilidade e inclusão, que resultou na seleção de 7 artigos potencialmente relevantes. Resultados: O diagnóstico precoce das cardiopatias congênitas é de fundamental importância para se evitar choque, acidose ou até mesmo uma parada cardíaca. No Brasil, segundo o Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), a taxa de mortalidade por cardiopatias congênitas é de 107 para cada 100 mil nascidos vivos, e cerca de 30% ocorrem ainda no período neonatal, além disso, estão entre as principais causas de morbimortalidade na fase neonatal. As cardiopatias é a patologia congênita isolada mais comum que corresponde de 3 a 5% das mortes no período neonatal, e cerca de 20 a 30% dessas crianças vão á óbito no primeiro mês de vida, por hipóxia ou insuficiência cardíaca. Conclusão: Assim, conclui-se que as cardiopatias congênitas classificadas como cianóticas mais comuns estão à tetralogia de Fallot, anomalia de Ebstein, síndrome de Eisenmenger e a transposição das grandes artérias. Quanto as mais frequentes classificadas como acianóticas estão à comunicação interatrial, comunicação interventricular, persistência do canal arterial e coarctação da aorta.

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