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DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM IDOSOS E SUA RELAÇÃO COM HÁBITOS ALIMENTARES, USO DE MEDICAMENTOS E SEDENTARISMO
Author(s) -
Giovanna Mendanha Paulino,
Lucas Souza Cabral Silva,
Jecyane Muniz Cabral Silva
Publication year - 2022
Publication title -
anais do i congresso brasileiro on-line de ensino, pesquisa e extensão
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/ensipex/22
Subject(s) - humanities , medicine , art
Introdução: Anualmente 650 mil brasileiros se tornam idosos. Com o aumento da longevidade, o número de casos de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) também aumentou. Fatores ambientais, tais como, hábitos alimentares, uso de medicamentos a longo prazo e falta de exercício, aumentam a incidência de desordens cardíacas, Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), Diabetes Mellitus tipo II (DM-II), dislipidemia e obesidade, que são doenças comuns a este grupo. Objetivo: Relacionar as DCNTs em idosos com hábitos alimentares, uso de medicamentos e atividade física. Bem como, apontar atitudes para melhorar a qualidade de vida na terceira idade. Material e métodos: Neste estudo, foi aplicado uma leitura seletiva de pesquisas bibliográficas com os seguintes descritores: DCNTs em idosos; Hábitos na Velhice; Longevidade. Foram utilizados artigos científicos hospedados nas plataformas Google Acadêmico, PubMed e Scielo, publicados entre os anos de 2016 e 2021. Resultados: De acordo com o estudo, 60% da população com mais de 60 anos apresenta um quadro de DCNT, onde 40% possuem apenas uma, 37% duas, 23% três, e 3% quatro. As DCNTs com maior incidência na população idosa foram: HAS (53,3%), Dislipidemias (20%) e DM-II (16,6%). Foi constatado que as três doenças estão relacionadas a maus hábitos alimentares, prevalecendo o consumo de açúcares e gorduras. Apurou-se que 93% dos idosos utilizam ao menos um medicamento, onde 18% fazem uso de pelo menos 5. A polifarmácia geralmente em resposta a polimorbidades, desregula o metabolismo, oferecendo apenas terapia paliativa. Foi possível observar que a cronificação das patologias está relacionadas com a vida sedentária, onde o exercício físico se faz eficaz na redução da adiposidade corporal, regulação da HAS e DM-II, perfil lipídico, além de melhorar a capacidade cardiorrespiratória. Ademais, há relação entre a menor condição socioeconômica do indivíduo e a incidência de DCNTs. Conclusão: Pelas informações analisadas, é clara a relação das DCNTs com os hábitos alimentares, uso excessivo de medicamentos e a falta de atividade física. A pandemia das DCNTs pode ser mitigada com o bom equilíbrio nutricional, práticas de exercício e evitar a polifarmácia. É visível a necessidade de conscientização da população e mais interesse da comunidade científica, governo e indústria.

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